A Minha Noite Proibida no Hotel do Aeroporto

Estava exausta depois de um voo de Lisboa para Nova Iorque com escala em Paris. Um atraso de horas, e o hotel perto do Charles de Gaulle era o refúgio. Cheguei ao lobby suada, o ar condicionado gelado a bater na pele. O calor moite do verão francês ainda colava a blusa no meu peito. Pedi um gin tónico no bar, e foi aí que o vi. Alto, forte, uns 40 anos, olhos escuros e um sorriso safado. Parecia um tipo de negócios, camisa branca sem gravata, braços musculados como se fizesse judô ou algo assim.

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Ele sentou-se ao lado, pediu um whisky. ‘Boa noite, portuguesa?’, disse com sotaque francês sexy. Ri, nervosa. ‘Sim, escala infernal. E tu?’. ‘Aristide, de Paris. Voando amanhã cedo’. Conversa solta, olhares que se demoravam. Senti o calor subir, o coração a bater forte. Ninguém nos conhecia aqui, longe de tudo. A liberdade de passageiras. Ele roçou o joelho no meu, e eu não recuei. ‘Quarto 312, se quiseres companhia’, murmurou. Hesitei… mas subi.

O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente

A porta fechou, e ele me encostou à parede. Beijos urgentes, mãos por todo o lado. ‘Quero-te agora’, grunhiu. Tirei a blusa, o sutiã voou. Ele chupou os meus mamilos duros, mordendo suave. ‘Que tetas perfeitas’, disse, voz rouca. Desci a saia, calçolas molhadas já. Ele ajoelhou, lambeu-me a cona por cima do tecido. ‘Estás ensopada’. Rasgou-as, língua na minha fenda aberta. O gosto salgado do suor misturado com o meu mel. Gemi alto, o ar condicionado zumbia, aviões rugiam ao longe.

Deitei-me na cama, lençóis frescos e ásperos de hotel. Ele despiu-se, o caralho grosso e duro saltou. ‘Mama-me’, pediu. Segurei a pila pesada, engoli o caralho até à garganta. Ele gemia, ‘Assim, caralho, que boquinha gulosa’. Cuspi, chupei as bolas, lambi o cu dele um bocadinho, safada que sou. Depois, ele pegou nos meus seios, apertou-os à volta do pau. ‘Fode os meus peitos’. Eu cuspi no vale, ele bombeava, o pré-gozo a escorrer. ‘Vou gozar’, avisou. Jatos quentes no meu peito, grosso e leitoso, escorrendo devagar.

O Sexo Intenso na Quarto de Hotel

Não parou. Virou-me de quatro, o cu ao alto. ‘Quero foder-te forte’. Enfiou o caralho na cona de uma vez, fundo. ‘Ahhh, que caralho grande!’, gritei. Batia com força, bolas a dar no meu clitóris. Sudor moço, pele colada, cheiro de sexo no ar. ‘Mais rápido, fode-me como uma puta!’, pedia. Dedos no meu cu, dois dentro, enquanto me arrombava. Gozei primeiro, cona a pulsar, esguichando no pau dele. Ele acelerou, ‘Vou encher-te’. Gozou dentro, quente, rebentando.

Ficámos ofegantes, corpos suados. Limpou-me com a boca, lambendo o nosso sumo misturado. ‘Inesquecível’, disse. Desci ao meu quarto, pernas bambas, o gozo a escorrer. De manhã, voo para NY, ele para outro lado. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Ainda sinto o ronco dos motores, o sal na pele, o caralho dele. Volto a Lisboa com o segredo, e à noite, toco-me recordando. Liberdade de passageira… quero mais.

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