Estava de volta de um congresso em Barcelona, mas o voo atrasou e tive uma escala imprevista em Madrid. Aeroporto lotado, calor pegajoso da noite de verão. Peguei um táxi até um hotelzinho perto, daqueles de passagem, com lobby barulhento e cheiro a café queimado misturado com suor. Cansada, mas excitada pela liberdade. Longe de casa, ninguém me conhece. Posso ser quem quiser.
Entrei no lobby, ar condicionado gelado a arrepiar a pele. Vestia uma saia curta preta, blusa branca fina que marcava os seios – 90C firmes, sem sutiã porque o dia fora longo e quente. Cabelo ruivo solto, pernas bronzeadas à mostra. Sentei-me no bar, pedi um gin tónico. Olhos azuis varrendo o espaço. E aí o vi. Alto, musculado, uns 40 anos, fato amarrotado de viajante. Sentado sozinho, pernas compridas esticadas, mãos finas de artista. Boca carnuda, perfeita para… Encontros os olhos dele. Sorri. Ele piscou, lento.
A Chegada ao Hotel e o Olhar que Incendiou Tudo
A tensão subiu devagar. Ele veio ao bar, pediu uma cerveja. ‘Boa noite’, disse com sotaque espanhol rouco. ‘Portuguesa?’, adivinhou pelo meu sotaque. ‘Sim, escala chata’, respondi, cruzando as pernas devagar, deixando a saia subir. Ele fixou as coxas, desceu ao triângulo entre elas. Senti o calor subir, a cona humedecer. ‘Quarto livre?’, murmurou, língua nos lábios. Acenei que sim. O barulho dos aviões ao longe, vibração no chão. Levantei-me, passei por ele roçando o braço. Ele seguiu.
No elevador, apertado, corpos colados. Mãos dele nas minhas ancas. ‘Quero-te agora’, sussurrou. Beijei-o, língua faminta, gosto a sal da sua pele suada. Chegámos ao quarto, porta bateu. Clim a zumbir, ar fresco contra o calor dos corpos. Arrancou a blusa, seios saltaram livres. Chupou os mamilos duros, mordendo suave. ‘Que tetas perfeitas’, gemeu. Tirei a saia, tanga encharcada. Ele ajoelhou, cheirou a cona depilada. ‘Molhada para mim.’
O Sexo Selvagem na Quarto, Sem Limites
Empurrei-o para a cama, lençóis ásperos de hotel. Desabotoei as calças, caralho grosso saltou, veias pulsantes, cabeça vermelha. Lambi devagar, salgado, grosso na boca. Ele gemia, mãos no cabelo. ‘Chupa mais, puta.’ Montei nele, cona escorregadia engolindo tudo. Fodi forte, ancas batendo, suor pingando. ‘Mais fundo!’, gritei. Virou-me de quatro, meteu brutal, bolas batendo no cu. Dedos no clitóris inchado, roçando. Gozei primeiro, cona apertando, jatos quentes. Ele veio logo, enchendo-me de porra quente, escorrendo pelas coxas.
Ficámos ofegantes, clim gelado no suor salgado. ‘Incrível’, disse ele, beijando o pescoço. Vestimo-nos rápido, urgência do voo. No lobby, beijo final, sem nomes. Ele para o seu avião, eu para o meu. Portas do aeroporto fecharam atrás de mim, barulho de motores abafando o pulsar na cona ainda sensível. Porra seca nas cuecas, cheiro dele na pele. Sorri sozinha. Anonymato perfeito, prazer vivo. Volto a casa, mas levo este segredo ardente. Da próxima escala, repito.