Minha Escale Íntima em Londres: Sedução e Sexo Selvagem com um Estranho

Estava voltando de férias no sol de Espanha, voo com escala em Londres. Chuva fina, atraso de horas. Peguei quarto no hotel do aeroporto, lobby barulhento com cheiro de café forte e carpetes úmidos. Eu, portuguesa de 35 anos, saia curta, blusa decotada, sentindo a liberdade de estar longe de tudo. Ninguém me conhece aqui.

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Sento no bar, pedi um gin tónico. Ao lado, ele: homem de uns 40, cabelo grisalho, olhos cinza-azulados, terno amarrotado. Cirurgião, disse, em escala também. ‘Irina?’, não, eu sou Maria, mas sorri. Conversa solta, risos. ‘Você tem olhos que hipnotizam’, murmurou, mão roçando minha coxa. Calor subiu, cona já úmida. ‘Quarto 312, 10 minutos?’, propôs. Hesitei? Nem um segundo. Urgência do voo me excitava.

A Escale e o Encontro no Lobby do Hotel

Subi, batida na porta. Quarto frio da clim, lençóis brancos ásperos de hotel. Ele me puxou, beijos famintos, língua invadindo. ‘Quero te foder agora’, grunhiu. Rasguei camisa dele, pele salgada de suor. Mãos nos meus peitos, beliscando mamilos duros. ‘Tira tudo’, ordenei. Calças dele caem, pica grossa, veia pulsando, pré-gozo na ponta. Ajoelhei, chupei devagar, língua no saco, engoli até a garganta. Ele gemia, ‘porra, que boca gulosa’.

Jogou-me na cama, pernas abertas. Ar condicionado gelado nos peitos, barulho de aviões ao fundo. Boca dele na cona, lambendo clítoris inchado, dedos fodendo buraco molhado. ‘Tão doce, tão encharcada’, lambeu sucos, nariz no pelo. Gozei tremendo, gritando, unhas nas costas dele. ‘Agora me come’, implorei. Ele montou, pica escorregando na entrada, enfiou tudo, forte. Colisões molhadas, coxas batendo, suor pingando. ‘Mais rápido, fode minha puta de passagem’, pedia. Virou de quatro, tapas na bunda, puxando cabelo. Quarto cheirava a sexo, umidade noturna misturada ao ar frio.

O Sexo Voraz na Quarto e a Volta à Realidade

Gozo dele veio, jatos quentes na cona, escorrendo pernas. Caímos ofegantes, corações batendo. ‘Foi insano’, sussurrou, beijando pescoço salgado. Olhei relógio: voo em 1h. Vista rápida, beijo final. ‘Sem nomes, sem promessas’, ri.

No avião agora, vibrando decolagem, cona ainda latejando, gosto dele na boca. Anonimato perfeito, ninguém sabe. Liberdade de viagem, prazer cru. Volto pra casa com sorriso secreto, pronta pra próxima escala.

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