Escale Íntima em Madrid: Fodida no Cu por um Estrangeiro

Estava a caminho de Paris por negócios, mas uma greve de aviões deixou-me presa em Madrid. Escale imprevista. Check-in no hotel do aeroporto, ar condicionado gelado a contrastar com o calor úmido da noite espanhola. No lobby, barulho distante de motores, cheiro a café forte e suor. Sentei-me no bar, saia curta, pernas cruzadas, a sentir-me livre. Longe de casa, ninguém me conhece.

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Olhei para ele. Americano alto, olhos azuis, fato amarrotado. Sozinho, copo na mão. Sorri. ‘Ei, também preso aqui?’ Ele riu, voz grave. ‘Sim, voo só amanhã. Chamo-me Mike.’ Conversei, flertei. Mãos dele roçavam as minhas, eletricidade. Senti a cona humedecer. ‘Quarto 312. Vens?’ Ele piscou. ‘Agora.’

A Escale e o Encontro no Lobby

Subimos no elevador, silêncio pesado. Portas fecharam, ele encostou-me à parede, beijou-me com fome. Língua quente, mãos nos meus seios. ‘Quero-te toda.’ Eu gemi. ‘Fode-me forte. Ninguém sabe.’ Entrámos no quarto, luz fraca, cama com lençóis brancos ásperos. Janelas vibravam com aviões.

Tirei a roupa devagar, ele devorava-me com os olhos. ‘Que cu perfeito.’ Deitei-me de barriga para baixo, pernas abertas. Ele despiu-se, caralho grosso, veias saltadas, pré-gozo a brilhar. Chupei-o primeiro, boca cheia, gosto salgado. ‘Assim, vadia.’ Engoli até à garganta, baba escorrendo.

Ele lambeu-me a cona, dedos no cu. ‘Estás molhada.’ Lubrificante gelado, dedo a entrar devagar. ‘Relaxa.’ Doía bom, gemi. Segundo dedo, rodando, dilatando. ‘Quero o teu cu agora.’ Virei de quatro, fitei o espelho embaçado pela clim. Ele cuspiu no cu, posicionou o caralho. Pressão, ardor. ‘Devagar… ah, fode!’

A Foda Selvagem na Quarto de Hotel

O glande entrou, rasgando. Gritei. ‘Que cu apertado.’ Empurrou todo, bolas a bater. Ritmo lento primeiro, depois brutal. ‘Gostas, puta portuguesa?’ ‘Sim, fode o meu cu!’ Mãos nos meus cabelos, puxando. Cada estocada batia fundo, próstata dele? Não, o meu cu a pulsar. Suor salgado na pele, gosto no ar. ‘Vou gozar dentro.’ ‘Enche-me!’

Mudou posição. Deitei de costas, pernas nos ombros dele. Cu exposto, ele enfiou de novo, fundo. Masturbei a cona, clítoris inchado. ‘Olha como o teu cu engole o meu caralho.’ Via no espelho: buraco aberto, vermelho. Ritmo louco, cama a ranger. Gozei primeiro, cona a jorrar, corpo a tremer. Ele acelerou, grunhiu, jorrou quente no cu. ‘Toma o meu leite.’

Ficámos ofegantes, clim zumbindo. Ele beijou-me. ‘Melhor escale ever.’ Limpou-se, vestiu. ‘Voo cedo.’ Saiu, porta bateu. Fiquei na cama, cu a arder, esperma a escorrer, lençóis molhados. Corpo dolorido, mas saciado. Ninguém sabe. Peguei o meu voo horas depois, memória a pulsar na cona e no cu. Liberdade de passageira. Volto a seduzir no próximo.

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