Estava de volta de uma viagem de negócios em Lisboa, mas o voo pra Porto atrasou horas. Escale imprevista em Madrid, aeroporto lotado, calor moite de verão. Decidi pro hotel ali do lado, lobby fresco com ar condicionado gelado batendo na pele suada. Sentei no bar, pedi um gin tónico, sal na pele do pescoço ainda do sol português.
Olhei em volta, e lá tava ele. Alto, moreno, uns 30 anos, olhos escuros que cravavam. Parecia estrangeiro, talvez brasileiro ou espanhol. Vestia camisa branca aberta no peito, suor brilhando. Sorriu, veio falar. ‘Ei, portuguesa? Voou atrasado também?’ Voz grave, sotaque sexy. Sim, respondi, rindo. Chamava-se Bruno, de Rio, negócios rápidos. Conversa flui, copos se enchem. Pernas se roçam debaixo da mesa, mão dele no meu joelho. ‘Quarto livre, sobe?’ Coração acelera, buceta já úmida. Ninguém me conhece aqui, liberdade total. ‘Vamos’, disse, voz rouca.
O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce
Subimos no elevador, silêncio pesado, cheiro dele misturado com meu perfume. Porta fecha, bocas colam. Línguas famintas, mãos arrancando roupa. Ele me joga na cama, lençóis ásperos de hotel roçando costas. ‘Que cona linda’, murmura, abrindo minhas coxas. Ar condicionado zune, aviões roncam ao longe. Chupo o caralho dele, grosso, veias pulsando, gosto salgado de suor. Engulo fundo, bolas na boca, ele geme ‘Porra, chupa gostoso’. De quatro, ele lambe minha raba, língua no cu, dedos na cona encharcada. ‘Tá pingando, safada’.
O Sexo Selvagem na Quarto e o Adeus Tesudo
Meteram forte. Caralho entra todo, esticando, batendo no fundo. ‘Fode, fode mais!’, grito, unhas nas costas dele. Ele soca, peitos balançando, suor pingando na minha cara. Viro de lado, perna no ar, ele mete olhando nos olhos. ‘Vou gozar na tua boca’, avisa. Não, dentro! Ele explode na cona, porra quente escorrendo coxas. Eu viro, sento na cara dele, gozo tremendo, suco na boca. Depois, anal. Lubrifica com cuspe, enfia devagar. ‘Tá apertado, caralho’, geme. Eu rebolo, dor vira prazer, gozo de novo gritando.
Depois, ofegantes, clim gelada na pele molhada. Ele ri, ‘Melhor escale da vida’. Visto rápido, beijo na boca. ‘Segredo nosso’. Desço pro aeroporto, pernas moles, porra ainda escorrendo na calcinha. Voo chama, sento no avião, vibração dos motores me faz sorrir. Lembro o pau grosso, o cheiro de sexo no quarto, gosto de sal na pele. Ninguém sabe, anonimato puro. Tesão volta só de pensar. Volto pra casa, mas aquela noite moita em Madrid fica pra sempre na memória, pronta pra outra viagem.