Estava a caminho das férias no Algarve, mas o avião atrasou por causa de uma tempestade. Escalei em Lisboa, check-in num hotel perto do aeroporto. Noite húmida, ar condicionado gelado no lobby, cheiro a café forte e maresia distante. Sentei-me no bar, exausta, pernas fracas de tanto stress. Ele apareceu: uns 40 anos, médico de passagem, olhos escuros, sorriso confiante. ‘Tudo bem? Parece pálida’, disse, voz grave, sotaque do sul. João, chamou-se. Ofereceu-me um copo de vinho, conversámos sobre viagens, o desconhecido que excita. Ninguém nos conhece aqui, pensei, coração acelerado. Senti um mal-estar, cabeça a rodar. Ele, prático, ‘Vem, leva-te ao quarto, tens de deitar’. Subi com ele, quarto impessoal, lençóis frescos, ronco dos aviões ao fundo.
No quarto, deitei-me, pernas no ar como ele mandou. ‘Descansa’, disse, mas os olhos dele… fixos em mim. Fechei os olhos, mão escorregou para dentro das cuecas. Molhada já, imaginava-o a morder-me o pescoço, a apertar-me os pulsos. Dedos no clitóris, respiração curta. Barulho na porta. Abri os olhos: ele ali, porta entreaberta, pau duro nas calças. ‘Cinco minutos a ver-te, miúda. Agora, escolhe: finjo que não vi, ou deixas-me punir-te.’ Engoli em seco, cona a pulsar. ‘Punir-me’, sussurrei. Ele trancou a porta, aproximou-se. ‘Mãos atrás das costas.’ Imobilizou-me, boca no meu pescoço, dentes a cravar. Mordidas ferozes, língua quente. Caí de joelhos, ele baixou as calças, caralho grosso, veias salientes. ‘Chupa.’ Engoli-o até à garganta, saliva escorrendo, ele puxava-me o cabelo.
O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce
Virou-me de bruços no tapete, saia levantada, cuecas rasgadas. Primeira palmada na bunda, ardor delicioso. ‘Puta gulosa.’ Segunda, mais forte, gritei. Dedos na cona, encharcada, depois no cu, lubrificado com a minha tesão. ‘Relaxa, vais adorar.’ Empurrou o dedo, depois dois, eu gemia, ‘Fode-me o cu, por favor!’ Ele riu, ‘Ainda não, implora mais.’ Masturbei-me enquanto ele me abria, orgasmo a chegar. Ele parou-me, virou-me, pinças nos mamilos – dor e prazer misturados. ‘Agora sim.’ Preservativo no caralho, cuspiu na bunda, entrou devagar. ‘Que cu apertado, vou-te demolir.’ Começou lento, depois forte, palmadas ecoando, cabelo puxado. Eu empinava, ‘Mais, fode-me como uma cadela!’ Ele acelerou, unhas nas costas, eu toquei-me o clitóris, gozei gritando, ele explodiu dentro, gemendo rouco.
Ficámos ali, suados, cheiro a sexo no ar, clim zumbindo. Beijos suaves depois, mãos nos cabelos. ‘Incrível, desconhecida.’ Sorri, corpo ainda a tremer. De manhã, adeus rápido no lobby, sem nomes completos. No avião, sentada, cona dolorida mas feliz, memória do cu arrombado, palmadas, o sal da pele dele na boca. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Liberdade de passagem, urgência do adeus. Ainda sinto o pulsar.