Estava de regresso de férias no Algarve, sol escaldante na pele, mas o voo atrasou horas em Madrid. Escale imprevista, raio. O hotel perto do aeroporto era daqueles impessoais, ar condicionado a gelar os ossos, som distante dos motores a roncar. Sentei-me no lobby, saia curta colada às coxas pela humidade da noite, copo de vinho na mão. Ninguém me conhecia aqui, liberdade total.
Olhos cruzam-se com ele. Alto, francês, digamos Romain, olhos escuros, sorriso maroto. ‘Boa noite’, diz em inglês com sotaque sexy. Conversa solta: viagens, atrasos, o tédio. Ele ao balcão, eu ao lado, joelhos roçam. Sinto o calor subir, a cona já húmida. ‘Queres subir ao meu quarto? Só um copo’, sussurra. Hesito? Nem por isso. ‘Vamos’, digo, voz rouca.
O Encontro Casual no Lobby e a Tensão que Cresce
No elevador, mãos dele na minha cintura. Porta fecha, beijo voraz, línguas enroscadas, gosto a vinho e sal da pele dele. Quarto frio, cama com lençóis brancos ásperos, cortinas semi-fechadas, luzes da pista a piscar lá fora. Ele arranca-me a blusa, mamilos duros ao ar. ‘Estás molhada’, murmura, mão na minha saia, dedos diretos na cueca encharcada.
Deito-o na cama, desabotoo calças. Caralho dele salta, grosso, veias pulsantes, cabeça vermelha. ‘Que cabrão lindo’, digo, lambo devagar, língua na glande, salgado de suor. Engulo até à garganta, ele geme alto, mãos no meu cabelo. ‘Fode a minha boca’, peço. Ele obedece, empurra forte, bolas batem no queixo. Engasgo um bocado, mas adoro, baba escorrendo.
O Sexo Intenso e Sem Limites na Quarto de Hotel
Levanto-me, tiro tudo. Ele vira-me de quatro, tapa na bunda. ‘Quero foder-te já’, rosna. Entra de rompante, caralho a rasgar a cona, cheia de sumo. ‘Ahhh, porra!’, grito. Bombeia selvagem, pele a bater pele, suor a pingar. ‘Mais forte, fode-me como uma puta!’, imploro. Muda posição, eu por cima, cavalgo como louca, cona a engolir tudo, clitóris roçando. Ele mama os peitos, morde mamilos, dor boa.
De lado agora, perna no ar, penetra fundo, mão no clitóris a esfregar. ‘Vou gozar!’, aviso. Ele acelera, ‘Goza na minha pila, vadia’. Explosão, cona contrai, sumo jorra. Ele não para, fode mais, ‘Agora eu’. Puxa fora, gozo quente na cara, na boca. Engulo, salgado, grosso. Lambo tudo, ofegantes.
Deitados, clim a zumbir, corações a martelar. ‘Foi incrível’, diz ele, beijo leve. Amanhece, som de aviões. Visto-me rápido, ‘Adeus, estranho’. No táxi para o aeroporto, corpo ainda dói gostoso, cona inchada, gosto dele na boca. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorrio, mão na coxa, tesão a pulsar. Próxima escala? Quem sabe.