Escala Quente no Aeroporto: Minha Foda Selvagem com Dois Estranhos

Estava em viagem de negócios para Madrid, mas o voo atrasou e tive uma escala imprevista no aeroporto de Lisboa. Calor moite da noite de verão, ar condicionado do lobby gelado contrastando com o suor na pele. Sentei-me no bar do hotel anexo, sozinha, copo de vinho na mão, pernas cruzadas, saia curta subindo um pouco. Ninguém me conhece aqui, longe de casa, livre para tudo.

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Dois tipos entraram, altos, musculados, cheiro de trabalho manual, talvez mecânicos de aviões ou algo assim. Italianos, pelo sotaque, bronzeados, camisas desabotoadas mostrando peitos peludos. Olhares cruzados. Sorri, eles se aproximaram. ‘Bella portuguesa’, disse um, o outro riu, mão no meu joelho. ‘Cansados da espera?’, perguntei, voz baixa, mordendo o lábio. Conversa solta, toques casuais, coxa roçando perna dele. Coração acelerado, buceta já úmida só de imaginar. ‘Quarto livre?’, sussurrei. Eles trocaram olhar cúmplice. ‘Vamos.’

O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce

Subimos, elevador apertado, mãos já explorando. Portas se fecharam no quarto, luz fraca, zumbido da clim, ronco distante dos motores. Arrastei-os para a cama, lençóis ásperos de hotel. Tirei a blusa, sutiã voando, peitos balançando livres. ‘Gostam?’, provoquei. Um deles, o mais alto, Marco, agarrou-os, chupando mamilos duros. O outro, Luca, beijou minha boca, língua invasora, gosto de cerveja e sal. Desabotoei calças deles, caralhos grossos saltando, veias pulsando, cabeças vermelhas brilhando de pré-gozo.

De joelhos, engoli o de Marco, fundo na garganta, baba escorrendo. ‘Porca italiana ama isso’, gemi ele, mão no cabelo. Luca atrás, dedilhando minha cona encharcada pela calcinha. ‘Molhada pra caralho’, rosnou, rasgando o pano. Virei de quatro nos lençóis, cu empinado. Marco meteu na boca de novo, Luca enfiou o caralho na buceta de uma vez, forte, batendo no fundo. ‘Fode, fode mais!’, gritei, corpo tremendo. Cheiro de suor, pele salgada na boca, calor moite misturado ao frio da clim.

A Foda Intensa na Quarto de Hotel

Trocaram. Luca na boca, pau latejando, bolas batendo no queixo. Marco cuspiu no cu, dedo abrindo, depois o caralho inteiro. ‘Vai no cu dela!’, urrou Luca. Dor boa, prazer rasgando, fodi de volta, empurrando. Gemidos altos, ‘Puta portuguesa, toma tudo!’. Gozei primeiro, cona contraindo, squirt molhando as coxas, grito abafado no pau dele. Eles aceleraram, porra quente jorrando: Marco no cu, escorrendo, Luca na cara e peitos, lambi tudo, salgado, grosso.

Não acabou. Eu, ainda ofegante, mão na cona inchada, me toquei furiosamente, eles assistindo, caralhos meia-bomba. Dedos voando no clitóris, outra gozada, corpo convulsionando, pernas abertas, touca de pelos pretos brilhando de porra e mel. ‘Olha essa vadia gozar’, riram eles, tocando-se de novo.

Horas depois, vesti-me às pressas, beijos rápidos, ‘Até nunca’. Saí pro aeroporto, pernas moles, porra secando na pele, cheiro de sexo grudado. Voo chamou, sentei na poltrona, vibração do avião ecoando no cu dolorido. Sorriso bobo, ninguém sabe, só eu e essa memória ardente. Liberdade de passageira, foda urgente, perfeita. Volto pra vida normal, mas isso… isso fica pra sempre queimando.

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