Estava em trânsito, escale inesperada em Madrid por causa de uma tempestade. Voo de Lisboa para o Brasil atrasado. Hotel perto do aeroporto, daqueles impessoais, com piscina no rooftop. Noite moite, ar pesado de verão espanhol, cheiro de cloro misturado ao jato distante dos aviões. Entrei na água morna pra relaxar, longe de tudo, ninguém me conhece aqui. Eu, portuguesa de 32 anos, solteira, adoro isso: a liberdade de seduzir um estranho, foder sem amanhã.
O biquíni branco que uso pra esses momentos. Molhado, fica transparente, lei da física que eu exploro. Vi ele na borda, estrangeiro alto, talvez francês, uns 35 anos, corpo atlético, cueca de banho apertada marcando o volume. Nossos olhares se cruzam. Ele mergulha, nada ao meu lado. Começamos uma corrida tácita, eu acelero, ele me segue. Água fria no corpo quente, pele arrepiada. Paro no raso, adosso ao rebord, ele se aproxima. ‘Água boa, né?’, digo com sotaque português, voz baixa. Ele sorri: ‘Perfeita pra relaxar… e mais.’
O Encontro na Piscina Durante a Escala
Corpos roçam. Coxa na coxa, ombro no dele. A tensão sobe, urgente, voo em poucas horas. Minha mão desliza na perna dele, devagar, sentindo os músculos tensos. Ele não recua, mão na minha coxa interna. Dedos sobem, roçando a cona por baixo do biquíni. Eu abro as pernas um pouco, molhada já não só da piscina. ‘Gostas?’, sussurro. Ele geme baixo: ‘Muito… queres ir?’ Sinto o pau dele endurecer contra mim, grosso, pulsando.
Saímos, ele me leva pra cabine 16, última da fila. Porta fecha, mãos famintas. Arranco a cueca dele, pau duro salta, veias inchadas, cabeça vermelha. ‘Chupa-me’, ordeno, empurrando ele de joelhos. Boca quente envolve meu clitóris, língua rodando, chupando minha cona rasgada. Gemidos ecoam, som de aviões ao fundo. Eu gemo: ‘Isso, lambe tudo, caralho.’ Ele me levanta, beijo molhado, gosto de cloro e tesão na boca.
Viro de costas, mãos na parede, ele enfia dois dedos na minha buceta encharcada, vai e vem rápido. ‘Fode-me agora’, peço, voz rouca. Ele agarra minha bunda, pau escorrega na entrada, empurra forte. Enche-me toda, caralho latejando dentro, bolas batendo na pele. Ritmo feroz, suado, calor da cabine como sauna. ‘Mais forte, fode essa cona portuguesa!’, grito baixo. Mão dele no meu clitó, esfregando, outra apertando tetas, beliscando mamilos duros.
O Sexo Intenso e Sem Limites na Cabine
Eu gozo primeiro, corpo tremendo, cona apertando o pau dele, sucos escorrendo pelas coxas. Ele vira-me, empurra contra a porta, mama dele na minha boca. Chupo mamilo salgado, mão na bunda dele, dedo no cu apertado. ‘Vou gozar na tua boca’, avisa. Ajoelho, engulo tudo, língua no saco, mão batendo punheta rápida. Jatos quentes na garganta, engulo cada gota, gosto amargo e grosso. Ele geme: ‘Porra, que boca…’
Não para. Deita-me no banco estreito, pernas abertas, lambe minha cona de novo, misturando porra e mel. Enfia o pau outra vez, fode devagar agora, beijando pescoço suado. ‘Adoro foder estranhos assim’, confesso entre suspiros. Ele acelera, pele chapinhando, cheiro de sexo cru no ar. Goza dentro, enchendo-me de porra quente, escorrendo. Ficamos ofegantes, corpos colados, clime gelada da cabine contrastando o suor.
Vestimo-nos rápido. ‘Chamo-me Ana’, digo. ‘Pierre’, ele responde, beijo final com gosto de nós. Saio primeiro, volto pra piscina como se nada. Pego malas, voo chama. Ele some na multidão. No avião, cona ainda lateja, porra secando nas cuecas. Anonimato perfeito, só o prazer fica. Toda vez que escale em Madrid, pau duro na memória, vontade de repetir.