Estava de férias no Algarve, sol escaldante, mar azul. Cheguei ao hotel exausta da viagem de comboio. No lobby, ar condicionado gelado a arrepiar a pele suada. Ele estava lá, estrangeiro alto, olhos azuis penetrantes, short justo marcando o volume. Sorri, ele piscou. ‘De onde vens?’, perguntou com sotaque francês. ‘Lisboa, mas agora livre aqui.’ Conversa solta, cerveja no bar. Mão dele roça a minha coxa, calor sobe. Ninguém nos conhece, urgência no ar – ele parte amanhã, voo cedo. Olhos nos olhos, respiração pesada. ‘Quarto?’, sussurrei. Ele assentiu, pau já duro visível.
Subimos, elevador cheira a sal e perfume barato. Porta fecha, bocas colam, línguas famintas. Rasguei a camisa dele, pele salgada do dia na praia. Ele puxou o meu vestido, tetas saltam livres. ‘Que delícia’, murmura, chupa mamilos duros, mordiscando. Eu gemo baixo, cona a pulsar molhada. Mãos dele descem, dedos invadem, ‘Estás encharcada, puta safada’. Deito na cama, lençóis ásperos de hotel, AC zumbindo. Ele ajoelha, língua na cona, chupa clítoris, engole sumos. ‘Fode-me a boca’, ordeno. Caralho grosso sai, veias saltadas, cheiro homem. Engulo até à garganta, bolas batem queixo, saliva escorre.
O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce
Virou-me de bruços, rabo ao alto. ‘Quero esse cu’, rosna. ‘Vem, mas devagar primeiro.’ Dedos lubrificados com a minha baba entram no cu apertado, estica devagar. Gemo, ‘Mais, fode-me o cu’. Ele cospe, caralho pressiona ânus. Entra o cabeça, arde bom, empurro contra. ‘Caralho, que cu virgem apertado!’ Vai e vem lento, depois forte, bolas batem cona. Eu fico de quatro, tetas balançam, mão na cona masturbando clítoris inchado. ‘Vou gozar!’, grito. Ele acelera, ‘Eu também, encho-te o cu de porra’. Jorra quente dentro, espasmos me levam ao orgasmo, cona esguicha lençóis. Corpo treme, suor moado, ondas ao fundo roncam.
Ficámos ofegantes, ele beija nuca. ‘Inesquecível’, diz. Chuveiro rápido, água fria a lavar porra escorrendo coxas. Ele veste, ‘Amanhã voo, mas levo-te na memória’. Porta fecha, sozinho no quarto, cheiro sexo no ar. Deito, dedos na cona ainda sensível, revivo cada estocada no cu, o sal na pele dele, urgência do adeus. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Amanhã sigo viagem, mas o cu lateja gostoso, prazer fresco como o mar da manhã.