A Minha Aventura Tórida com um Estrangeiro no Hotel da Praia

Estava de férias no Algarve, sol escaldante, mar azul. Cheguei ao hotel exausta da viagem de comboio. No lobby, ar condicionado gelado a arrepiar a pele suada. Ele estava lá, estrangeiro alto, olhos azuis penetrantes, short justo marcando o volume. Sorri, ele piscou. ‘De onde vens?’, perguntou com sotaque francês. ‘Lisboa, mas agora livre aqui.’ Conversa solta, cerveja no bar. Mão dele roça a minha coxa, calor sobe. Ninguém nos conhece, urgência no ar – ele parte amanhã, voo cedo. Olhos nos olhos, respiração pesada. ‘Quarto?’, sussurrei. Ele assentiu, pau já duro visível.

💸Torna-te modelo webcamMais de 50% dos ganhos · Pagamentos diários · 60 M de visitas/diaSaber mais →

Subimos, elevador cheira a sal e perfume barato. Porta fecha, bocas colam, línguas famintas. Rasguei a camisa dele, pele salgada do dia na praia. Ele puxou o meu vestido, tetas saltam livres. ‘Que delícia’, murmura, chupa mamilos duros, mordiscando. Eu gemo baixo, cona a pulsar molhada. Mãos dele descem, dedos invadem, ‘Estás encharcada, puta safada’. Deito na cama, lençóis ásperos de hotel, AC zumbindo. Ele ajoelha, língua na cona, chupa clítoris, engole sumos. ‘Fode-me a boca’, ordeno. Caralho grosso sai, veias saltadas, cheiro homem. Engulo até à garganta, bolas batem queixo, saliva escorre.

O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce

Virou-me de bruços, rabo ao alto. ‘Quero esse cu’, rosna. ‘Vem, mas devagar primeiro.’ Dedos lubrificados com a minha baba entram no cu apertado, estica devagar. Gemo, ‘Mais, fode-me o cu’. Ele cospe, caralho pressiona ânus. Entra o cabeça, arde bom, empurro contra. ‘Caralho, que cu virgem apertado!’ Vai e vem lento, depois forte, bolas batem cona. Eu fico de quatro, tetas balançam, mão na cona masturbando clítoris inchado. ‘Vou gozar!’, grito. Ele acelera, ‘Eu também, encho-te o cu de porra’. Jorra quente dentro, espasmos me levam ao orgasmo, cona esguicha lençóis. Corpo treme, suor moado, ondas ao fundo roncam.

Ficámos ofegantes, ele beija nuca. ‘Inesquecível’, diz. Chuveiro rápido, água fria a lavar porra escorrendo coxas. Ele veste, ‘Amanhã voo, mas levo-te na memória’. Porta fecha, sozinho no quarto, cheiro sexo no ar. Deito, dedos na cona ainda sensível, revivo cada estocada no cu, o sal na pele dele, urgência do adeus. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Amanhã sigo viagem, mas o cu lateja gostoso, prazer fresco como o mar da manhã.

Leave a Comment