Minha Escale Ardente com um Estrangeiro no Hotel de Miami

Estava a caminho das Caraíbas para umas férias ao sol, mas o voo atrasou e fiquei presa numa escala em Miami. Check-in num hotelzinho perto do aeroporto, ar condicionado a todo o gás contra o calor moite da noite. O lobby cheirava a cloro e café forte, motores de aviões rugindo ao fundo. Eu, portuguesa de 28 anos, saia curta colada na pele suada, decote generoso, cabelo solto. Precisava de um drink pra relaxar.

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No bar do lobby, ele. Alto, moreno, olhos escuros como carvão, talvez brasileiro ou espanhol, uns 35 anos. Camisa aberta no peito, sorriso safado. ‘Boa noite, perdida como eu?’, disse ele, voz grave. Sorri de volta, pernas cruzadas, sentindo o olhar dele na minha coxa. Conversa solta: voos cancelados, calor infernal, liberdade de estar longe de tudo. O copo gelado suava na minha mão, o gelo tilintando. Ele se aproximou, joelho roçando o meu. ‘Quarto 312, se quiseres continuar isso lá em cima’, murmurou. Coração acelerou. Ninguém nos conhece aqui. Levantei-me, ‘Vamos’. Elevador lotado, mas mãos já se tocavam discretas.

O Encontro no Lobby e a Tensão que Subia

Porta bateu, ele me prensou contra a parede. Boca na minha, língua faminta, gosto de rum e sal na pele dele. ‘Quero-te agora’, grunhiu, mão já debaixo da saia. Nada de calcinha, molhada só de pensar. Dedos grossos entraram em mim, dois de uma vez, eu gemi alto. ‘Caralho, estás ensopada’. Tirei-lhe a camisa, unhas nas costas, pau duro pressionando a minha anca. ajoelhei-me, desabotoei a braguilha. Pau grande, veias pulsantes, cheiro homem. Lambi o freio devagar, olhos nos dele, depois engoli todo, garganta apertada. Ele agarrou o meu cabelo, fodeu a boca, ‘Chupa bem, puta’. Gozou grosso na minha boca, engoli tudo, sorri lambendo os lábios.

No sofá, nuos, café na mesa mas esquecido. Ele me deitou, abriu as pernas. ‘Vou-te comer a cona’. Língua no clitóris, mordidas leves, três dedos dentro, polegar no cu. Eu contorcia, ‘Mais forte!’. Gozei tremendo, sumo escorrendo. Ele me virou de quatro no chão, cuspiu no cu, lubrificou com saliva. ‘O teu cu é meu’. Enfiou devagar no início, dor boa, depois ramalhadas brutais. ‘Fode o meu cu, vai!’. Corpos a bater, suor pingando, seios balançando. Não gozei assim, mas excitava-me ser vadia dele.

A Foda Selvagem na Quarto e o Adeus Quente

Cama agora, eu por cima, empalei na caralho dele, cavalguei louca, clitóris no púbis. Ele apertava as tetas, mordeu mamilos. ‘Goza em mim!’. Acelerou, encheu-me de porra quente, eu explodi em orgasmo, unhas na pele dele. Descemos, cigarro fumado nus, mão dele no meu cu ainda latejante. Chuveiro juntos: sabão escorregadio, eu ajoelhada chupando de novo, água quente. Ele me virou, fodeu o cu de pé contra azulejos, devagar depois bestial. ‘Aguentas bem, safada’. Saímos exaustos, peignoir solto.

De volta ao sofá, ele ajoelhou, lambeu tetas, dedos na cona. ‘Quero-te outra vez’. Penetrou forte, missonário selvagem. ‘Adoro o teu caralho dentro!’. ‘Fodo-te como cadela’. Gozamos juntos, gritos ecoando. Dormimos pouco, alarmes a tocar cedo.

Manhã, beijo rápido no lobby. ‘Foi foda’, ri ele. Voltei ao aeroporto, corpo dolorido, cona e cu sensíveis, cheiro dele na pele. Voo decolou, Miami ficou pra trás. Anonimato perfeito, ninguém sabe. Ainda sinto os arrepios, o sal, o calor. Melhor escala ever.

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