Oi, eu sou a Carolina, tenho 24 anos, vivo em Lisboa num apartamentinho no Chiado. Trabalho como vendedora numa loja chique da Baixa. Não sou modelo, mas tenho charme: 1,65m, 65kg, morena de cabelo longo, coxas grossas, peitos fartos, bundinha larga e um pouquinho de barriguinha. Fiz desporto no secundário, então ainda tenho firmeza, os meus peitos não caem no umbigo.
Estava a caminho das férias na Grécia, sol e mar. Mas o voo de Lisboa teve escala imprevista em Atenas por causa de uma greve. Fiquei presa num hotel perto do aeroporto, daqueles impessoais com ar condicionado gelado e o ronco distante dos aviões. Liberdade total, ninguém me conhece aqui. Senti um formigueiro, aquela excitação do desconhecido.
A Tensão no Lobby do Hotel
No lobby, barulhento com malas e gente cansada, vi-a: Francesca, 47 anos, ruiva, peituda e curvilínea como eu. Vestia um vestido justo bege que marcava as formas generosas, decote profundo deixando os seios quase saltarem. Sorri para mim enquanto esperava o check-in. ‘Boa noite, escala chata, não é?’, disse ela com sotaque italiano suave. Sentei-me ao lado, pernas roçaram. O ar cheirava a perfume dela, pêssego e especiarias, misturado ao sal do suor da viagem. ‘Sim, mas quem sabe o que traz’, respondi, olhando os olhos verdes dela no meu corpo. Calor subiu, o coração acelerou. Hesitei, mas o joelho dela pressionou o meu, mão roçou a coxa quando virou o telemóvel.
Subi ao quarto, número 312, ar condicionado zumbia, lençóis brancos frios. Liguei para o serviço de quarto, mas ela bateu à porta minutos depois. ‘Trouxe vinho do lobby, para animar a noite curta’, piscou. Entrei, fechei. Sentámo-nos na cama, copos tilintaram. O vestido dela subiu, vi a renda das meias. ‘Gostas?’, murmurou, abrindo as pernas devagar. Sem cueca, a cona peluda e molhada à vista, clitóris inchado como uma pérola. ‘Vem…’, voz rouca.
Beijámo-nos famintas, línguas enroscadas, mãos a apalpar. Tirei o vestido dela, aqueles peitos pesados caíram, mamilos duros. Ela puxou a minha saia, dedos na minha coninha já encharcada. ‘Estás tão molhada, putinha…’, gemeu, masturbando o clitóris. Deitei-a na cama, lama úmida da noite entrava pela janela entreaberta. Cheirei a cona dela, cheiro forte de sexo, salgado. Enterrei a cara, lambi as lábias carnudas, chupei o clitóris enorme. ‘Assim, chupa-me bem!’, gritou, mãos no meu cabelo, empurrando. Meti um dedo no cu dela, apertado e quente, girei. Ela gozou, jorrou sumo na minha boca, gosto ácido e doce.
A Noite de Prazer Sem Limites
Virámo-nos em 69, cona dela na minha boca, a dela na minha. Lambi o cu enquanto ela chupava o meu, dois dedos no meu cu dilatado. ‘Quero os teus brinquedos’, disse ela, olhos perversos. Na mala de viagem, tinha o meu segredo: plug anal e um caralho realista grosso. ‘Mede-o na boca’, ordenei. Ela chupou babando, saliva escorrendo. Pus o plug no cu dela, entrou fácil, depois fodi a cona com o caralho, flocs flocs molhados ecoavam no quarto. ‘Fode-me forte, caralho!’, berrou, gozando em jato, molhando os lençóis.
Agora a minha vez. Ela sentou na minha cara, cu no boca, ainda pingando. ‘Lambe enquanto te como.’ Enfiou o plug no meu cu, depois o caralho negro grosso na cona. Dupla penetração, sentia-me rasgada de prazer. ‘Vai, fode o meu cu também!’, pedi. Gozei tremendo, todos os buracos cheios, boca com o cu dela picante.
Caímos exaustas, cheiro de conas no ar, suor salgado na pele. Ela foi embora antes do amanhecer, ‘Até nunca, prazer anónimo’. No avião para Creta, o corpo ainda latejava, cona sensível nos assentos, recordava o ronco dos motores misturado aos gemidos dela. Liberdade de passagem, ninguém saberá. Quero mais escalas assim.