Estava voltando de um congresso em Madrid, cansada, quando o voo atrasou por causa da chuva. Escalei em Lisboa, peguei um quarto no hotel do aeroporto. O lobby era frio com o ar-condicionado forte, mas lá fora a noite úmida grudava na pele. Sentei no bar, pedi um gin tônica, o copo gelado suando nas minhas mãos. Foi aí que vi ela: Myriam, morena de olhos castanhos, saia curta dançando nas coxas. Estrangeira, talvez espanhola, sorriso safado. ‘Posso?’ ela perguntou, sentando do meu lado. Conversamos, risadas, olhares que queimavam. ‘Voos atrasados unem gente’, disse ela, roçando minha perna. Senti o calor subir, o cheiro dela, perfume misturado com suor. Um cara alto, Drake, loiro musculoso, se aproximou. ‘Amigas?’ Ele piscou. Tensão no ar, mãos tocando casualmente, o barulho dos motores ao fundo como um pulsar distante.
Não aguentei. ‘Meu quarto é logo ali’, sussurrei pra Myriam. Subimos, ela me beijou no elevador, língua quente, gosto de framboesa no gloss. No quarto, a cama com lençóis brancos de hotel, clim gelando a pele arrepiada. Tirei a blusa dela, seios pequenos e duros. Ela gemeu quando chupei os bicos. Drake bateu na porta – ela tinha ligado pra ele. Entrou com Shane, negro atlético, pau já duro marcando a calça. ‘Vamos foder essas putinhas’, riu Drake. Liberdade total, ninguém nos conhece aqui. Myriam ajoelhou, chupou o caralho dele, babando, engolindo até a garganta. Eu peguei Shane, pau enorme, veias pulsando. Lamba as bolas salgadas, suadas do treino. Ele me virou de cabeça pra baixo, 69 insano, língua dele abrindo minha cona molhada, clitóris inchado. Engoli o pau dele até engasgar, saliva escorrendo, gosto salgado na boca. ‘Caralho, que boquinha gulosa’, grunhiu ele.
O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente
Warren chegou depois, loiro surfista. Jogamos cara ou coroa – perdi, mas ganhei Shane primeiro. Ele me comeu de pé, pauzão me rasgando, gritando alto. Myriam cavalgava Drake, gemendo ‘fode mais!’. Depois, a quatre pattes, cara na cona dela pingando porra, Warren lubrificou meu cu com cuspe e minha umidade. ‘Vai devagar’, pedi, mas o pau dele forçou, queimando, abrindo meu anel apertado. Dor virou prazer, ele metendo fundo, bolas batendo. Lamber o pau de Shane entrando na Myriam, porra escorrendo. Gozei gritando, cu piscando no caralho dele, corpo tremendo. Todos explodiram: porra no meu cu, na boca dela, nos peitos. Cheiro de sexo, suor, lençóis úmidos colando na pele.
De manhã, chuveiro quente, sabão nos corpos exaustos. ‘Volta amanhã?’, perguntou Shane. Sorri, mas meu voo saía. No aeroporto, cheiro de porra ainda na pele, cu dolorido latejando gostoso. Ninguém sabe, anonimato puro. Liberdade de passageira, prazer gravado na memória. Meu corpo ainda vibra, cona úmida só de lembrar. Que escale!