A Minha Escale Ardente no Hotel do Aeroporto de Madrid

Chamo-me Inês, tenho 28 anos, sou portuguesa de Lisboa e trabalho em marketing. Estava em viagem de negócios para Paris, mas uma greve de aviões deixou-me presa numa escale imprevista em Madrid. Cheguei ao hotel do aeroporto ao fim da tarde, suada da correria, o ar quente e pegajoso da Espanha a colar-me à pele. O lobby estava cheio de gente frustrada, malas por todo o lado, o zumbido distante dos motores a lembrar que o mundo não parava.

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Sentei-me no bar, pedi um gin tónico gelado para acalmar os nervos. Foi aí que o vi: um tipo alto, uns 35 anos, estrangeiro, talvez italiano ou francês, fato amarrotado mas olhos famintos. Ele sentou-se ao meu lado, pediu uma cerveja e sorriu. ‘Também apanhado nesta merda?’, disse ele com sotaque sulista. Rimos, trocámos nomes – ele era Luca, de Milão, a caminho de Roma. A conversa fluiu fácil: queixas do voo, o cansaço, mas os olhares demoravam-se. Senti o joelho dele roçar no meu, casual, mas elétrico. ‘Estás aqui sozinha?’, perguntou, voz baixa. ‘Por enquanto’, respondi, mordendo o lábio, inclinando-me para ele cheirar o meu perfume misturado com suor.

O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce

A tensão subiu rápido. O bar esvaziava, a noite caía moite lá fora, luzes neon piscando. Ele pagou as bebidas, mão na minha cintura ao levantarmo-nos. ‘Quarto 412. Cinco minutos?’, murmurou no meu ouvido, hálito quente. Corri ao meu quarto, despi o vestido colado, passei água fria no pescoço, mas o coração batia forte. Liberdade total: ninguém me conhece aqui, amanhã sumo. Bati à porta dele, entrei. O quarto era gelado pela clim, cheiro a hotel impessoal, cama king size com lençóis brancos.

Ele fechou a porta, puxou-me contra si. Beijámo-nos vorazes, línguas urgentes, mãos por todo o lado. ‘Quero-te agora’, grunhiu, despindo-me a roupa interior. Eu ri, nervosa e excitada: ‘Tens pressa? O meu voo é cedo.’ Ele atirou-me para a cama, o colchão afundou macio. Beijou-me o pescoço, desceu aos seios, chupando os mamilos duros como pedras. Gemi alto, as unhas nas costas dele. ‘A tua cona está molhada’, disse ele, dedos abrindo-me, mergulhando fundo. O som molhado enchia o quarto, misturado ao ronco de um avião a descolar.

O Sexo Intenso e Sem Limites no Quarto

Empurrei-o para baixo, desabotoei as calças. O caralho dele saltou, grosso, veias pulsantes, cabeça vermelha. ‘Que cabrão grande’, sussurrei, lambendo do baixo ao topo, gosto salgado de suor. Ele gemeu, mão no meu cabelo: ‘Chupa, puta boa.’ Engoli-o inteiro, garganta apertada, baba escorrendo. Ele fodia-me a boca, ritmo selvagem, bolas batendo no queixo. ‘Vou gozar’, avisou. ‘Não, ainda não’, parei, subi em cima dele. Esfreguei a cona no caralho, molhando tudo, depois sentei devagar. ‘Ahhh, fode-me forte’, pedi. Ele agarrou as minhas nádegas, batendo de baixo para cima, pele a chapinhar.

Virei de quatro, rabo alto, ele cuspiu no cu e enfiou dois dedos. ‘Queres no cu?’, perguntou rouco. ‘Sim, rasga-me.’ Metade do caralho entrou, ardor bom, estiquei-me toda. Ele bombava rude, mão no clitóris, eu gritava abafado na almofada. O suor pingava, clim gelada contrastando o calor dos corpos. ‘Goza dentro’, implorei, orgasmo a vir. Ele acelerou, grunhindo ‘Toma a porra toda!’, enchendo-me o cu quente, escorrendo pelas coxas. Caímos exaustos, ofegantes, risos nervosos.

De manhã, no táxi para o aeroporto, o corpo ainda doía gostoso, cu latejante, cheiro dele na pele apesar do duche. Ele mandou mensagem: ‘Volta quando quiseres.’ Sorri, apaguei. Anonymato puro, ninguém sabe, só o prazer cru fica. No avião, pernas tremiam ao sentar, memória vívida: o gosto salgado, o ronco dos aviões, aquela urgência de estranhos. Portugal esperava, mas aquela noite em Madrid mudou-me. Quero mais.

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