Estava de escala em Nice, verão de 2004, calor moite que colava a roupa na pele. Voo de Lisboa para outro destino, atraso de horas. Sozinha, longe de tudo, ninguém me conhece. Decidi ir ao Cap3000, centro comercial gelado pela clim, alívio na pele suada. Vestia uma robe florida leve, curta até meio coxa, botões da frente, tongas nos pés. De sutiã branco rendado por baixo, mas… sentia vontade de liberdade.
Entrei na loja de sapatos, olhos num par de nu-pés sexy. Um rapaz jovem, job de verão, veio logo. Moreno, olhos famintos, sorriso tímido. ‘Boa tarde, senhora, quer experimentar?’ Aproximei-me, sentei numa cadeira baixa. Ele trouxe a caixa, ajoelhou-se à minha frente. Cruzei as pernas devagar, robe subiu, coxa exposta. Ele engoliu seco. ’38, certo?’ perguntei, voz baixa, olhando nos olhos dele.
A Tensão no Centro Comercial
Desabotoei um botão no topo, casual. ‘Está quente aqui fora, mas a clim é boa.’ Ele corou, mãos tremiam nos sapatos. Descruzo pernas, pés no chão, robe abre um pouco. Shorty branco rendado aparece, transparente o suficiente pra ver a minha tosa preta. Ele fita, não disfarça. ‘Gosta do modelo?’ Ele balbucia ‘Perfeito na sua perna…’. Pencho pra calçar, decote mergulha, sutiã à vista, aréolas escuras através da renda. Sinto o ar frio nos peitos endurecendo os mamilos.
Abro outro botão em baixo, robe solta mais. Levanto, ando, volto. Pencho pra ajustar fivelas, decote fundão, ele mata os olhos nos meus peitos. Tiro o sutiã discretamente atrás, enfio na bolsa. Agora livres, tetas saltam na robe fina. Mamilos pontam, visíveis. Ele baba, picha dura na calça apertada. ‘Vou levar’, digo, sorrindo maliciosa. ‘Tem hotel perto? Meu voo é em duas horas… quero mais.’ Ele arregala olhos. ‘Sério?’ ‘Vem, rapaz, fode-me rápido.’ Pago, saímos juntos, coração acelerado, urgência no ar.
Foda Selvagem no Quarto do Hotel
No lobby do hotel, elevador vazio, mão dele já na minha bunda. Quarto fresco, lençóis brancos ásperos, barulho distante de aviões. Tranco porta, arranco robe. Nua, só shorty molhado. Ele tira roupa frenético, picha grossa, veias pulsando, pré-gozo na ponta. ‘Caralho, és linda’, murmura. Empurro-o na cama, monto na cara dele. ‘Lambe minha cona, agora.’ Língua quente entra, chupa clitóris inchado, sucos escorrem no queixo dele. Gemo alto, ‘Assim, fode com a língua!’. Sabor salgado da minha excitação, suor misturado.
Viro, engulo picha inteira, mamo voraz, bolas na boca, saliva pingando. Ele geme ‘Vou gozar!’, mas paro. ‘Ainda não.’ Subo, guio picha na cona encharcada. Entra fundo, um só empurrão, enche-me toda. Cavalguei forte, tetas balançam, ele agarra, mama mamilos duros. ‘Fode mais rápido, rasga minha cona!’ Ele vira-me de quatro, mete brutal, palmadas na bunda vermelha. Pele gruda no suor, cheiro de sexo invade quarto, clim zune. ‘Goza dentro, enche-me de porra!’ Ele urra, jorra quente, eu tremo no orgasmo, cona aperta, esguicho no lençol.
Ofegantes, colados. Visto-me rápido, robe amarrotada, porra escorre coxa. ‘Obrigada, desconhecido. Ninguém sabe.’ Ele sorri exausto. Saio, táxi pro aeroporto, corpo ainda vibra. No avião, decolar, lembro gosto salgado da pele dele, latejar da picha na boca, porra morna na cona. Anonymato perfeito, liberdade de passagem. Volto a Lisboa, mas o fogo fica, urgência eterna.