Escala Quente no Hotel: Minha Foda Selvagem com um Estranho

Estava em escala em Faro, voo atrasado por uma tempestade idiota. Cheguei ao hotel perto do aeroporto suada, a blusa colando na pele com o calor moite da noite de verão. O lobby era fresco com a ar-condicionado zumbindo, cheiro de café e maresia no ar. Bruit des moteurs ao longe, como um ronco constante. Sentei no bar, pedi um gin tónico gelado. Ele apareceu: alto, moreno, uns 40 anos, sotaque espanhol, olhos famintos. ‘Boa noite, portuguesa?’, disse com sorriso safado. Rimos, conversamos sobre o atraso, viagens. Senti o olhar dele na minha saia curta, nas coxas. Toquei o braço dele ‘acidentalmente’, ele retribuiu na minha mão. Coração acelerado, buceta já úmida. ‘Quarto 312, se quiseres companhia’, sussurrei. Ele piscou: ‘Vou já.’

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Subimos no elevador, silêncio elétrico. Portas fecharam, ele me prensou na parede, beijou com língua gulosa. Provei cerveja nele, mãos apertando minha bunda. Entrei no quarto, luz fraca, lençóis brancos hotel cheirando a amaciante barato. Joguei a mala no chão, tirei a blusa devagar, sutiã rendado caindo. Ele babava: ‘Que tetas perfeitas, caralho.’ Chupei o pescoço dele, gosto de suor salgado. Ele rasgou minha saia, cueca de lado, dedos na cona molhada. ‘Estás ensopada, puta safada.’ Gemi alto, ‘Fode-me agora, não perdes tempo.’ Ele me atirou na cama, lençóis frios na pele quente. Calções dele no chão, pica grossa, veia pulsando, cabeçona roxa. Chupei voraz, saliva escorrendo, bolas peludas na boca. Ele gemia: ‘Assim, engole toda, vadia.’

A Rencontre no Lobby e a Tensão Crescente

Deitei de quatro, ele cuspiu na cona, meteu de supetão. Dor boa, esticando tudo. ‘Que caralho apertado!’, grunhiu, bombando forte. Pancadas ritmadas, cama rangendo, ar-condicionado gelando o suor. Provei o sal da pele dele lambendo as costas. Virei de frente, pernas nos ombros, ele fundo, batendo no útero. ‘Gozar dentro, enche-me!’, implorei. Dedos no clitóris, orgasmo vindo em ondas, cona contraindo. Ele acelerou, ‘Vou jorrar, puta!’ Gozo quente enchendo, escorrendo pelas coxas. Caímos ofegantes, cheiro de sexo no ar, corações martelando. Limpou com a boca, lambendo o creaming pie nosso.

De manhã, alarmes tocaram. Duche rápida juntos, água quente lavando o pecado. Ele beijou: ‘Obrigado, inesquecível.’ Saí primeiro, check-out, táxi pro aeroporto. No avião, sentada, ainda sinto o latejar na cona, lençóis frios na memória, gosto de porra na língua. Ninguém sabe, anonimato puro. Liberdade de passagem, foda sem amanhã. Sorrio sozinha, ansiosa pela próxima escala. Aquela noite em Faro? Meu segredo suculento, corpo marcado por ele pra sempre.

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