Escala Imprevista: Meu Encontro Torrido no Hotel do Aeroporto

Estava em viagem de negócios para Paris, mas uma greve de aviões me deixou presa em Madrid. Escale imprevista, hotelzinho perto do aeroporto. Ar condicionado gelado no lobby, barulho distante dos motores, cheiro de café forte misturado com suor de viajantes. Eu, Ana, 52 anos, portuguesa de curvas violoncelo: rabo grande, 46 de cueca, peitos fartos e firmes ainda, coxas grossas. Nem linda nem feia, só eu mesma, com cabelo escuro aos ombros e batom leve.

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Sento no bar do lobby, saia justa subindo nas coxas, blusa branca colando no suor da viagem. Ele entra: uns 50 anos, cabeça rapada, sorriso maroto, corpo atlético com barriguinha. Cheiro dele… natural, masculino, sem perfume falso. Pede uma cerveja ao lado. Olhares se cruzam. ‘Boa noite’, diz com sotaque francês. Pierre. Conversa solta: voo cancelado, solidão de viagens. Rio de algo bobo, mão roça na dele ao pegar o copo. Eletricidade. ‘Quer subir pro meu quarto? Mais calmo lá’, sussurra. Coração acelera. Liberdade total aqui, ninguém me conhece. ‘Vamos’, digo, voz rouca.

A Rencontre no Lobby e a Tensão Crescente

Subimos no elevador apertado. Corpo dele encosta no meu, peito contra peito. Sinto o pau dele endurecer contra minha barriga. Porta abre, entro no quarto dele: lençóis brancos ásperos de hotel, luz fraca, janelas vibrando com aviões. Ele me puxa, beijo faminto. Línguas se enroscam, gosto de cerveja e saliva. Mãos dele apertam meu rabo por cima da saia. ‘Que cu delicioso’, murmura. Desabotoa minha blusa, peitos saltam do sutiã. Chupa um mamilo, duro como pedra, enquanto mão invade minha saia, dedos no grelo por cima da calcinha encharcada.

Eu gemo, ‘Fode-me já’. Ele ri, tira a camisa, calça cai: caralho grosso, veias pulsando, pré-gozo brilhando. Ajoelho, cheiro almiscarado me inunda. Engulo o grelão, lambo devagar, bolas peludas na mão. Ele geme, ‘Que boca gulosa’. Levanta-me, arranca minha calcinha, joga na cadeira. Deito na cama, pernas abertas, cona depilada pingando. Ele lambe: língua no grelo, chupando sucos, dedo no cu apertado. ‘Relaxa, vadia’, diz, enfia dois dedos na xoxota molhada, outro no ânus. Gozo forte, corpo tremendo, unhas no lençol, grito abafado pelo travesseiro. Aviões roncam lá fora, calor úmido da noite gruda na pele salgada.

A Foda Selvagem na Quarto de Hotel

Ainda ofegante, monto nele. Caralho entra fundo, estica minha cona. Cavalgada selvagem: peitos balançando, ele mama, bate na bunda. ‘Mais forte!’, urro. Viro de quatro, ele mete pilha: pausada violenta, saco batendo no grelo. Mão no cabelo, puxa. ‘Vou gozar no teu cu’, avisa. Dedo lubrificado entra no meu orelhas, caralho na xoxota. Duplo prazer, explodo de novo, esguicho no lençol. Ele ruge, enche o preservativo de porra quente.

De manhã, acorda cedo. ‘Foi incrível, mas meu voo…’, beijo rápido, cheiro dele ainda na pele. Sai, porta fecha suave. Eu no chuveiro, água quente lava suor e gozo, mas memória fica: urgência deliciosa, anonimato perfeito. No avião de volta, pernas doridas, cona latejando, sorrio. Ninguém saberá. Só eu e esse fogo que ainda queima.

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