A Minha Escale Íntima em Paris: Um Encontro que Me Fez Tremer

Estava em Paris por trabalho. Viagem de negócios rápida, formação numa empresa de material de escritório. Cheguei de Lisboa ontem, voo direto, mas com aquela fadiga boa de quem foge da rotina. Instalei-me num hotel modesto perto da firma, daqueles com lobby barulhento, cheiro a café forte e ar condicionado gelado que arrepia a pele.

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Hoje acabei a sessão tarde. Vinte mulheres na sala, mas ele… o DSI, um francês de quarenta e poucos, alto, olhos verdes penetrantes, sorriso que desarma. Marc, chamava-se. Desde o primeiro dia, olhares cruzados. Ele devorava-me com os olhos enquanto eu explicava o software. Eu sentia o calor subir, as pernas tremerem debaixo da saia justa. ‘Obrigada, Laurence… quer dizer, eu sou Inês’, corrigi, nervosa. Ele riu baixo, voz grave. ‘Inês, que nome lindo. Português?’. Sim, e isso acendia tudo.

O Encontro no Lobby e a Tensão que Subia

No lobby do hotel à noite, surpresa. Ele lá, sozinho no bar, copo de vinho na mão. ‘Inês! Que coincidência’. Sorri, sentei-me ao lado. Conversa solta, vinho tinto quente na garganta, o zumbido distante dos motores do aeroporto ao fundo. Falei da liberdade de estar longe, ninguém me conhece aqui. Ele confessou o casamento, mas os olhos diziam outra coisa. Pernas roçaram debaixo da mesa. Eu… não recuei. O ar estava moite, apesar da clim, suor fino na nuca. ‘Queres subir?’, sussurrei, coração aos saltos. Ele hesitou, mas o beijo veio, urgente, língua faminta, gosto a vinho e desejo.

Subimos. Quarto básico, lençóis ásperos de hotel, luz fraca. Porta fechada, ele colou-se a mim. Mãos nas minhas tetas por cima da blusa, apertando firme. ‘Merda, Inês, és tão sexy’. Arrancou a blusa, sutiã push-up voou. Chupou os mamilos duros, mordiscando, eu gemi alto, cona já molhada. Desabotoei-lhe a camisa, peluchei o peito largo, desci à calça. Caralho dele duro como pedra, saliente. ‘Quero-te agora’, rosnei. Ele deitou-me na cama, saia subida, cuecas de lado. Dedos na minha cona, escorregadios de mel. ‘Estás ensopada, puta portuguesa’. Enfiou dois dedos, fodo-me devagar, polegar no clitóris inchado. Eu arqueava, unhas nas costas dele, cheiro a suor e sexo no ar.

A Foda Intensa no Quarto, Sem Limites

‘Vem, fode-me’. Ele enfiou o caralho, grosso, veias pulsantes, até ao fundo. Gritei, preenchida, esticada. Ritmo feroz, cama a ranger, pele chapinhando. ‘Mais forte, caralho!’. Ele obedecia, pilhando-me, bolas batendo no cu. Virei de quatro, ele agarrou os quadris, fodia como animal. Gozei primeiro, cona a apertar, jatos quentes escorrendo pelas coxas. Ele grunhiu, puxou fora, buzinou na minha cara, esperma grosso no cabelo, boca aberta para engolir o resto. Gosto salgado, viscoso.

Ficámos ofegantes, corpos colados, suor a secar na pele fria da clim. Ele beijou-me devagar, terno agora. ‘Inesquecível’. Mas o relógio… voo amanhã cedo. Levantei-me, duche rápida, água morna lavando o cheiro dele. Ele adormeceu, eu vesti-me em silêncio. Saí sem olhar para trás, anonimato intacto.

No táxi para o aeroporto, ao amanhecer, calor moite da noite ainda na memória, cona dolorida, sorriso nos lábios. Ninguém saberá. Só eu, o sabor do sal na pele dele, o ronco dos aviões. Livre, saciada, pronta para voltar. Mas já sinto saudade daquela urgência, daquela foda que só acontece em passagem.

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