Estava exausta depois do congresso em Barcelona. Escala de quatro horas no aeroporto de Madrid. Peguei um táxi rápido pro hotel ali perto, daqueles pra quem perde o voo. O ar quente e úmido da noite espanhola grudava na pele, misturado ao cheiro de asfalto molhado. Check-in rápido, quarto no terceiro andar. Mas antes, desci pro lobby pra tomar um copo d’água no bar.
Ele tava lá, sozinho, num banquinho alto. Moreno, barba por fazer, olhos escuros que me devoravam devagar. Tipo latino, camisa aberta no peito, suor brilhando na clavícula. Nossos olhares se cruzaram. Sorri, ele retribuiu. ‘Portuguesa?’, perguntou com sotaque forte. ‘Sim, de Lisboa. E tu?’ ‘Argentino, de Buenos Aires. Voo atrasado.’ Pediu uma cerveja pra mim. Conversa solta: viagens, solidão em escalas. A mão dele roçou a minha no balcão. Calor subiu. ‘Quarto livre?’, sussurrei. Ele hesitou, depois: ‘Sim. Meu voo é em duas horas.’ Urgência no ar. Subimos juntos no elevador. Silêncio pesado, só o zumbido da máquina e nossos corações acelerados.
A Tensão no Lobby do Hotel
No quarto dele, porta mal fechada, ele me prensou na parede. Boca faminta na minha, língua invadindo, gosto de cerveja e sal. Mãos grossas apertando minha bunda por cima da saia. ‘Quero te foder agora’, rosnou. Tirei a blusa, sutiã voou. Ele chupou meus peitos com força, mordendo os mamilos duros. Gemi alto. Ar condicionado gelado arrepiava a pele suada. Joguei ele na cama, rasguei a calça. Caralho grosso, veiudo, já duro como pedra. Lambi devagar, da base à cabeça, engolindo até a garganta. Ele gemia: ‘Caralho, que boca gulosa.’ Salgado, pulsando na minha língua.
O Sexo Cru e Intenso no Quarto
Deitei de costas, pernas abertas. ‘Vem, me come.’ Ele se jogou em cima, caralho escorregando na minha cona molhada. Entrou de uma vez, fundo, esticando tudo. Fodemos como animais. Ele socava forte, bolas batendo na minha bunda. ‘Mais rápido, porra!’ Puxei ele pra morder meu pescoço. Suor pingando, lençóis úmidos grudando nas costas. Virei de quatro, ele agarrou meus quadris, metendo selvagem. Dedos no meu cu, circulando o anel apertado. ‘Quero aí também.’ Cuspiu na mão, enfiou devagar. Dois dedos abrindo caminho. Depois o caralho, lubrificado pelo meu mel. Doía gostoso, queimava. Gozei gritando, cona contraindo, esguichando no colchão. Ele acelerou, grunhindo: ‘Vou encher teu cu.’ Jatos quentes dentro de mim, escorrendo pelas coxas.
Ficamos ofegantes, corpos colados. Cheiro de sexo no ar, misturado ao zumbido distante dos motores dos aviões. ‘Meu voo…’, disse ele, já se vestindo. Beijo rápido, sem nomes trocados. Saí primeiro, pernas bambas, cu latejando de prazer. No táxi pro aeroporto, o ar fresco da noite secava o suor. Ainda sentia o gosto dele na boca, o peso do caralho no corpo. Ninguém em Lisboa saberia. Aquela liberdade de passageira, anônima, me deixava molhada de novo. Sorri pro vazio. Melhor escala da vida.