A Minha Escale Quente: Sexo Selvagem com um Estranho no Hotel

Não acredito que estou a contar isto agora. Foi na semana passada, escale imprevista em Madrid por causa de uma tempestade. Voava de Lisboa para negócios no Brasil, mas o avião atrasou. Acabei no hotel perto do aeroporto, lobby cheio de fumo de cigarro e ar condicionado gelado a contrastar com a humidade pegajosa lá fora. Ouvir os motores dos aviões ao longe deixava-me excitada, aquela sensação de ninguém me conhece aqui.

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Sentei-me no bar, short curto e top solto, sem sutiã, os peitos livres a mexerem com cada movimento. Ele apareceu: homem na casa dos 60, cabelo grisalho curto, olhos famintos. Francês, voluntário num campo qualquer, mas com ar de quem sabe o que quer. ‘Boa noite, portuguesa?’, disse com sotaque sexy. Sorri, pernas abertas no banco alto, sentindo o ar frio na pele. Conversa solta: viagens, solidão, o calor das noites ibéricas. Ele olhava para o meu decote, eu para a protuberância na calça dele. Toquei-lhe o braço, ‘Faz calor aqui, não?’, e ele riu, mão na minha coxa. Tensão subia, corações acelerados, cheiro a suor misturado com perfume dele.

A Rencontre no Lobby e a Tensão que Cresce

‘Quarto 312, sobe?’, murmurou. Hesitei um segundo, mas a urgência do meu voo às 6h da manhã gritava: fode agora, parte sem regrets. Subimos, elevador cheirava a limpeza barata, corpos colados. Porta fecha, ele beija-me a boca com fome, língua grossa a invadir. ‘Quero-te toda’, diz. Tiro o top, peitos balançam livres, mamilos duros. Ele chupa-os, forte, mordendo. ‘Tira tudo’, ordeno. Fico nua, só com as sandálias, a minha cona peluda já molhada, frisada preta a brilhar.

Ele ajoelha-se, cheira-me ali, ‘Que cheiro bom, selvagem’. Lambe a minha toison, dedos abrem a fenda, língua no clitóris. ‘Ah, caralho, assim!’, gemo. Saboreio o sal da minha excitação na boca dele. Viro-me, mãos na parede, rabo empinado. Ele lambe o cu, molhado, língua a forçar o buraco apertado. ‘Quero meter-te os dedos’, rosna. Dois no cu, dois na cona, bombeia rápido. Gozo forte, pernas tremem, ‘Fode-me com a boca, porra!’. Ele chupa tudo, o sumo quente escorrendo.

O Sexo Intenso e o Adeus Apressado

Agora eu: abro-lhe a braguilha, pica dura, grossa, veia inchada. Chupo voraz, bolas na boca, saliva escorrendo. ’69, agora’, digo. Deito-me nos lençóis ásperos do hotel, ele por cima, pica na garganta enquanto lambe a minha cona de novo. Goza primeiro, jatos quentes na boca, engulo tudo, gosto amargo-sal. Ele geme, ‘Engole, puta boa’. Eu gozo de novo, molhando-lhe a cara.

Sem tempo para mais, voo espera. Vestimo-nos apressados, clim gelada na pele suada. ‘Café rápido?’, ri ele. Bebemos, mãos ainda a tremer. ‘Foi foda brutal’, digo. Ele beija-me, ‘Volta, portuguesa’. Saio, táxi para aeroporto, noite moite, corpo ainda lateja. Cheiro dele na pele, cona dorida de prazer. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorrio no avião, mão na mala, recordação ardente. Quero mais escales assim.

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