Estava em escala em Madrid, voo atrasado por uma tempestade. Cheguei ao hotel perto do aeroporto suada, a blusa colando na pele. O lobby era fresco, ar condicionado zumbindo, som distante de motores rugindo na pista. Pedi um gin tónico no bar, pernas cruzadas, sentindo o calor úmido da viagem entre as coxas.
Ele estava ali, um francês alto, uns 35 anos, olhos castanhos intensos, camisa branca aberta no peito. Chamava-se Thierry, disse ele, com sotaque charmoso. Falámos de mitologia – ele citou Erato, a musa erótica. Ri, o coração acelerou. ‘Tu pareces uma deusa fugida’, murmurou, mão roçando a minha. Senti o formigueiro subir. Ninguém nos conhecia. Liberdade total.
O Encontro no Lobby: Tensão Crescente
‘Quarto 312’, sussurrei, mordendo o lábio. Ele seguiu-me no elevador, silêncio elétrico. Portas fecharam, beijou-me contra a parede, boca quente, língua invasora. ‘Eu… não devia’, hesitei, mas as mãos dele já apertavam as minhas nádegas. ‘Só esta noite’, respondi, voz rouca.
Na cama, lençóis frios de hotel contra a pele ardente. Despi-me devagar, ele devorava-me com os olhos. Seios pequenos, mamilos duros, buceta depilada brilhando de excitação. Ele nu: abdómen definido, pila grossa, veias pulsando, cabeçona vermelha. ‘Lèche-me’, ordenei, abrindo as pernas. Enterrou a cara na minha cona, língua rodando no clitóris, dedos abrindo os lábios. Gosto salgado da minha humidade, cheiro de sexo no ar. Gemidos ecoavam, ‘Assim, caralho, mais fundo!’.
A Noite Selvagem no Quarto: Prazer Sem Limites
Virei-me de quatro, rabo empinado. Ele cuspiu na pila, passou no cu – ‘Não aí!’, avisei. Enfiou devagar, esticando-me toda. ‘Que cona apertada, puta!’, grunhiu, batendo forte. Púbis dele contra o meu, bolas batendo nas coxas. Sudor escorria, pele colante, gosto de sal quando lambi o pescoço dele. Mudei: montei-o, cavalgando selvagem, seios balançando, unhas nas costas. ‘Fode-me mais, Thierry!’. Ele apertou os mamilos, torcendo, dor prazerosa.
Gozei primeiro, cona contraindo, jatos quentes molhando a cama. Ele virou-me, pilou na boca – engoli até à garganta, saliva escorrendo. ‘Vou gozar!’, avisou. Tirei, engoli o leite grosso, quente, salgado. Limpou-me com a língua, depois 69: eu chupando, ele lambendo o cu e cona. Segunda ronda: preservativo, de lado, perna alta. Ritmo frenético, clim gelada contrastando o suor moite. Gozou rugindo, corpo tremendo.
De manhã, beijo rápido. ‘Adeus, musa’, piscou. Voltei ao aeroporto, pernas moles, cona latejando, cheiro dele na pele. Avião decolou, Madrid ficou para trás. Anonimato perfeito, ninguém sabe. Ainda sinto o pulsar, o gosto, a urgência. Foi só uma escala, mas que foda inesquecível.