Estava de férias no Algarve, sozinha, a fugir da rotina de Lisboa. Queria sol, mar e liberdade total. Peguei o carro alugado e meti-me por uma estrada secundária, sinalizada para uma praia desconhecida. O caminho era estreito, ladeado de pinheiros, o ar quente e húmido a colar-me a saia leve à pele. Chovia há dias, a terra mole. De repente, o carro afundou na lama preta, rodas a patinar. Merda. Desci, os pés a afundar-se na porcaria pegajosa, o vestido a salpicar-se.
Caminhei um quilómetro, mãos sujas, coração acelerado pela excitação do desconhecido. Ninguém me conhecia aqui. Cheguei a uma quinta velha mas habitada, máquinas espalhadas, cheiro a feno e terra molhada. Gritei. Nada. Sentei-me nos degraus, o sol a filtrar-se pelas nuvens, calor a subir. Ouvi um motor. Um trator surgiu, coberto de lama, e atrás, rebocado, o meu carro. Ao volante, João, um colosso de 40 anos, moreno, cabelo mi-longo desgrenhado, sorriso safado. Saltou, apertou-me a mão com força, olhos a devorar o meu decote molhado.
O Encontro Fortuito e a Tensão Crescente
“Perdida na lama, eh? Acontece sempre aqui. Eu sou João, salvador oficial.” Riu-se, voz rouca. Limpou as mãos nas calças, convidou-me para dentro. Entrámos na casa simples, paredes de cal, mesa de madeira. Serviu-me um copo de medronho forte, que me queimou a garganta, aqueceu o ventre. Contei-lhe das férias, da vontade de aventura. Ele, viúvo, sozinho na quinta herdada, olhos fixos nas minhas coxas, na saia curta subida. A tensão crescia, ar denso, o zumbido distante do mar. Propôs visita à quinta. Aceitei, o corpo já a formigar.
Ele guiou-me, mão na minha cintura nas escadas irregulares. Casa surpreendente: chãos polidos, casa de banho moderna. Na grange, atrás da casa, cercada de árvores, disse: “De cima vê-se o mar.” Escada íngreme. O meu vestido curto não ajudava. “Eu ajudo-te, linda.” Subi primeiro, ele atrás, mãos nas minhas ancas. Senti o fôlego quente na pele, o vestido a subir. Hesitei num degrau, ele apertou mais, dedos a roçar o fio dental. Olhei para cima, ninguém via. Deixei, o coração aos pulos, cona a humedecer. Lá em cima, pano quente, vista para o mar azul. Ajoelhei-me na janela baixa, ele colado, eu a tremer.
O Sexo Selvagem e o Adeus Torride
A mão dele na minha coxa. Eu não recuei. Ele subiu o vestido, descobriu as nádegas, o fio enfiado. “Que cu perfeito, molhado de excitação.” Gemi baixinho. Ele lambeu a pele salgada, dedos a abrir-me. Eu curvei-me, à quatro, cona exposta, inchada, pingando. Ele mergulhou a cara, língua na racha, chupando o clitóris inchado. “Gostas de ser comida por um estranho, puta de férias?” “Sim, fode-me a boca nessa cona.” Gritei, orgasmos a vir. Ele despiu-se, caralho enorme, veiudo, latejava. Pegou-me pelas pernas, abriu-me, enfiou de rompante. “Toma esta pica grossa, vadia!” Batia forte, bolas a chapinhar na minha pele suada, cheiro de sexo e feno.
Eu cavalguei-o, cona a engolir tudo, unhas nas costas dele. “Mais forte, rasga-me!” Ele virou-me, missionário selvagem, mamas a balançar, ele a sugar mamilos duros. “Vou gozar dentro, encher essa cona de porco!” Gozei primeiro, corpo a convulsionar, esguichos quentes. Ele explodiu, jatos grossos, gemendo rouco. Ficámos ofegantes, suor misturado, gosto salgado nos beijos.
De manhã, adeus rápido. Ele piscou: “Volta à lama quando quiseres.” Parti, corpo dorido mas satisfeito, cona ainda latejante, memória do caralho dele a pulsar. Anonymato perfeito, só prazer puro de passagem. O mar brilhava, eu sorria no volante, pronta para mais.