Escala Imprevista: Seduzi um Rapaz Tímido no Hotel e Fodi Sem Parar

Estava de volta de umas férias no sol do Algarve, mas o voo atrasou. Escale imprevista no aeroporto de Lisboa, noite moite e quente. Dirigi-me ao hotel ali perto, lobby cheio de luzes frias da clim, cheiro a café e suor. Sentei-me no bar, saia curta, decote generoso, pernas cruzadas. Adoro esta liberdade, ninguém me conhece aqui.

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Olhei à volta e vi-o. Um rapaz magro, uns 20 anos, olhos fixos em mim, mas desviava logo. Tipo estudante, tímido, mãos nervosas no copo. Parecia vir da sala de jogos da vida dele, daqueles que sonham mas não agem. Sorri para ele, pisquei o olho. Ele corou, mas não fugiu. Levantei-me, aproximei-me devagar, o som dos motores ao longe vibrando no ar.

A Rencontre no Lobby e a Tensão que Cresce

‘Olá, estás sozinho?’, perguntei, voz rouca, sentando-me ao lado. Ele gaguejou: ‘S-sim… voo atrasado também.’ Falámos de tudo e nada, mas o ar estava carregado. Toquei no braço dele, pele quente, salgada do dia. ‘Queres subir à minha quarto? Só um bocado…’, sussurrei. Ele hesitou, olhos nos meus seios fartos. ‘Eu… ok.’

Subimos no elevador, silêncio elétrico, minha cona já molhada de excitação. A urgência do voo amanhã tornava tudo perfeito. Ninguém sabe, ninguém julga. Abri a porta, clim gelada contra a pele suada, drapes brancos de hotel ásperos.

Ele parou na entrada, nervoso. ‘Relaxa, miúdo’, disse, puxando-o para mim. Beijámo-nos com fome, línguas enroladas, gosto a cerveja e desejo. Tirei a blusa, sutiã apertado saltou, tetas pesadas balançando, mamilos duros como pedras. ‘Chupa-as’, ordenei, voz baixa. Ele obedeceu, boca gulosa nos meus peitos, sugando forte, mordiscando. Gemiam os dois, ‘Hummm… assim…’. Minha mão desceu à calças dele, caralho duro latejando. ‘Que pauzão, hein?’

O Foda Selvagem na Quarto e o Adeus Torride

Empurrei-o para a cama, drapes frios contra a pele quente. Desabotoei-o rápido, saí o caralho grosso, veias pulsantes. Masturbei devagar, olhando nos olhos dele: ‘Quero chupar-te todo.’ Ajoelhei-me, boca aberta, engoli o gland, língua rodando, saliva escorrendo. Ele gemia: ‘Ai caralho… para… vou gozar!’. Não parei, chupei mais fundo, garganta apertando, bolas nas mãos. Ele explodiu, jatos quentes na boca, engoli tudo, gosto salgado e forte. ‘Delicioso, rapaz.’

Ele ainda ofegante, virei-me de quatro: ‘Agora fode-me a cona.’ Ele entrou devagar, mas eu empurrei para trás, ‘Mais forte!’. Caralho preenchendo-me, molhada e escorregadia, pancadas ritmadas, pele batendo na pele. ‘Fode, fode mais!’, gritava, tetas balançando, suor pingando. Virei-o, montei em cima, cona engolindo tudo, subindo e descendo, unhas nas costas dele. Orgasmo veio como tsunami, corpo tremendo, ‘Ai porra, gozo!’. Ele veio logo depois, enchendo-me de porra quente.

Ficámos ali, ofegantes, clim zumbindo, aviões rugindo fora. ‘Foi incrível’, murmurou ele. Beijei-o uma última vez, gosto de sexo na boca.

De manhã, parti cedo, voo à espera. Ele ainda dormia, nu nos drapes amarrotados. Sorri, memória fresca: o cheiro dele na pele, porra seca nas coxas, liberdade do anónimo. Ninguém sabe, mas eu volto sempre a isto. Excitação do desconhecido, urgência do adeus. Perfeito.

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