Estava em viagem de negócios para Madrid, mas o voo atrasou horas. Escale forçada num hotelzinho perto do aeroporto de Lisboa. Cheiro de jet fuel no ar, barulho distante dos motores. Entrei no lobby suado, calor moite da noite de verão. Ar condicionado fraco, pele pegajosa. Vi um piano de cauda num canto, um homem de uns 50 anos, cabelo grisalho, sentou-se e começou a tocar. Dedos ágeis, improvisando. Dong, dong-dong-dong… Baixo ritmado, hipnótico.
Eu, Ana, 28 anos, portuguesa de Lisboa, sempre viajo com meu saxofone na mala. Porra, por que não? Soltei o instrumento, posicionei-me atrás dele. Toquei notas quentes, cuivrées, seguindo o ritmo. Doum, doum-doum-doum… Nossos olhos não se cruzaram, mas as notas se entrelaçaram. Piano nas graves, sax nas agudas. Ele fechou os olhos, eu também. Vibração no peito, suor escorrendo entre os seios. Pessoas ao redor pararam, mas era como se fôssemos só nós dois. Música subiu, notas altas, rápidas, como um orgasmo se aproximando. Parou num silêncio pesado. Aplausos. Ele se virou: ‘Obrigado, foste incrível.’ Eu: ‘Tu também. Vamos beber algo?’
A Tensão no Lobby do Hotel
Sentámo-nos num sofá do lobby, cerveja gelada na mão dele, coca na minha. Pernas compridas cruzadas, vestido leve subindo nas coxas. Ele, Alex, ex-amante antigo de alguém da festa que eu nem conhecia. Rimos da coincidência. Olhares intensos. ‘O teu saxo… perturbou-me’, disse ele baixo. ‘Como?’ ‘Parecia uma mulher a gemer.’ Corei, mas excitada. ‘E o teu piano era o caralho duro.’ Silêncio elétrico. Ninguém nos conhecia aqui. Liberdade total. ‘A minha quarto é ali em cima. Vens?’ Hesitei um segundo. ‘Sim.’
Subimos. Quarto com AC forte, lençóis brancos ásperos de hotel. Porta fechada, beijámo-nos famintos. Línguas enroscadas, gosto de sal na pele dele. Arrancou o vestido, sutiã voou. Mamas firmes, mamilos duros. Ele nu rápido, caralho ereto, grosso, veias pulsando. Caí de joelhos, chupei guloso. Boca cheia, saliva escorrendo, bolas lambidas. ‘Porra, que boquinha gulosa.’ Ele gemeu. Deitei na cama, ele entre minhas pernas. Língua na cona molhada, chupando o clitóris inchado. Dedos dentro, fodendo devagar. ‘Estás encharcada, vadia.’ Gozei forte, gritando, coxas apertando a cabeça dele.
O Sexo Intenso na Quarto e o Adeus
Ele me virou de quatro. Caralho na cona de uma estocada, fundo. ‘Fode-me forte!’ Punsões violentos, bolas batendo no cu. Suor pingando, cheiro de sexo no ar. Mão no cabelo, puxando. ‘Gostas do pau velho?’ ‘Amo, fode mais!’ Mudei, montei-o. Cavalguei selvagem, cona engolindo tudo, mamas balançando. Dedo no cu dele, ele urrou. Gozou dentro, jatos quentes enchendo-me. Eu vim de novo, tremendo, unhas nas costas.
De manhã, avião meu. Beijo rápido no lobby. ‘Foi foda.’ Ele sorriu. No táxi pro aeroporto, cona ainda latejava, cheiro dele na pele. Anonimato salvo, ninguém sabe. Lembro o piano, saxo, caralho duro. Sorrio sozinha. Próxima escale? Quem sabe.