Escala Ardente em Lyon: Meu Caso com a Irmã do Meu Colega

Estava em Lyon por um congresso de negócios, sozinha no hotel chique perto do centro. Calor abafado da noite, ar-condicionado gelado no lobby. Esperei o Renaud no bar, vestida com um vestido preto curto que mal cobria a minha coninha depilada. Atrás do balcão, o barman piscava, mas eu só queria uma distração.

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Ele chegou com a irmã, a Pauline. Alta, morena de cabelo curto, pele bronzeada de quem vive nas praias fotografando surfistas. Olhos claros que me perfuraram. Cumprimentou-me com um beijo quente na bochecha, perfume leve de sal e sol. Sentou-se ao meu lado, perna roçando a minha de leve. Renaud falava besteira, mas os nossos olhares… ai, que fogo.

Encontro no Bar do Hotel e a Tensão Crescente

No jantar no restaurante do hotel, vista da cidade luzindo lá embaixo. Ela contava das viagens, Réunion, ondas gigantes. Eu lembrei das minhas aventuras lésbicas por lá, Mina e Maya, e senti a umidade crescer. Cruzei as pernas, stringinho fino encharcado. O pé dela subiu devagar pela minha canela, sob a mesa. Coração disparado, mamilos duros contra o tecido. ‘Renaud, pega mais vinho?’, pedi, pra ficarmos sós um segundo. Ela sorriu maliciosa: ‘Gostas disto, não é?’.

Dias depois, almoço no clube de ténis. Sol queimando, saia dela justa, eu de fato de trabalho. Confessei tudo: Hélène na praia, Carole na festa. Ela riu: ‘O meu radar para lésbicas nunca falha. Quero-te, mas és da meu irmão…’. Beijo quase na boca ao despedir. Noite em casa, com ela convidada. Pé nu subindo pela minha coxa durante o jantar, Renaud bêbado não viu nada. Na cozinha, sozinhas: mãos dela nos meus seios, língua no pescoço. ‘Estás encharcada’, murmurou, dedo no meu clitóris por cima do string. Gozei ali, de pé, cona contraindo nos dedos dela, sumo escorrendo.

Sexo Cru no Banheiro do Aeroporto e o Adeus Molhado

No apartamento dela, nuas no lençol fresco de hotel. 69 guloso: língua dela chupando a minha cona salgada, eu devorando a dela lisa, clítoris inchado. ‘Fode-me com a boca!’, gemi. Gozámos juntas, gritos abafados pelo zumbido do ar-condicionado. Noite inteira: anulingus molhado, gosto do suor dela nas axilas, mamilos minúsculos mordidos.

Agora, aeroporto Saint-Exupéry. Voo dela para Los Angeles em uma hora. Renaud ali, mas ela: ‘Vem às casas de banho comigo?’. Na cabine afastada, porta trancada, cheiro de desinfetante misturado ao nosso tesão. Beijo feroz, mãos nos meus peitos. Ela ajoelhou, skirt levantada, string de lado. Língua larga na cona, sugando o clitóris. ‘Vou gozar!’, avisei, pernas tremendo. Explosão: sumo na boca dela, corpo rígido contra a parede fria, motores rugindo ao fundo.

Ela não deixou retribuir: ‘Sem tempo, amor. Mas pensa em ti na avião, a masturbar-me’. Dedo na cona dela, quente e escorregadia. Beijo final com o meu próprio gosto. Saímos, cara de nada, Renaud sem desconfiar. Ela partiu, eu voltei à vida. Mas o formigueiro na cona ainda pulsa, anonimato salvo, memória eterna de foda urgente em passagem.

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