Estava a caminho de Barcelona para um congresso de negócios, mas o voo foi cancelado por uma greve. Escale forçada no aeroporto de Madrid. Check-in no hotel mesmo ali ao lado, daqueles impersonais com lobby iluminado por luzes quentes e cheiro a café forte misturado com perfume barato. Sentei-me no bar, pernas cruzadas, saia justa subindo um pouco, pedi um gin tónico gelado. O ar condicionado zumbia baixo, mas o calor da viagem ainda me colava a blusa à pele.
Ao lado, ele. Alto, ombros largos, barba de três dias, olhos castanhos cansados mas famintos. Frances? Parecia fugir de algo, mala velha aos pés, camisa amarrotada. ‘Boa noite’, disse com sotaque grosso, virando-se para mim. ‘Cancelado também?’, perguntei, sorrindo. Ele riu, rouco. ‘Sim, merda. Chamo-me François. E tu?’. ‘Ana, portuguesa. Longe de casa, ninguém me conhece aqui’. Conversámos. Ele contava de problemas no trabalho, mecânico em fuga de uma vida chata em França. Olhares demorados, joelhos roçando debaixo do balcão. Senti o formigueiro na cona, umidade crescendo. Liberdade total, amanhã partimos cada um para seu lado. ‘Quarto livre?’, perguntei direta, mão no braço dele, músculo duro. Ele hesitou, engoliu em seco. ‘Sim… mas…’. ‘Vem, a urgência do avião amanhã torna tudo melhor’. Levantei-me, ele seguiu.
A Escale Imprevista e a Tensão no Lobby
No elevador, silêncio elétrico. Portas fecharam, virei-me e beijei-o, boca quente, língua invasora com gosto a cerveja e fumo. Chegámos ao quarto, número 247, ar condicionado gelado contrastando com o calor moite da noite lá fora. Ruído distante de motores no aeroporto. Fechei a porta, rasguei a camisa dele. Peito largo, pelos escuros, suor salgado na pele. Ele gemeu, mãos nas minhas tetas, apertando forte por cima da blusa. ‘Porra, és tão puta boa’, murmurou. Despi-me devagar, saia no chão, cuecas encharcadas. Ele nu num instante, caralho enorme, grosso como meu pulso, veias inchadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo.
Empurrei-o para a cama, lençóis ásperos de hotel. Montei-lhe na cara, cona molhada esfregando na boca dele. ‘Lambe-me, come-me toda’. Língua gulosa, chupando o clitóris inchado, dedos enfiados fundo, fodendo-me devagar. Gemi alto, ‘Assim, caralho, mais forte!’, sucos escorrendo pela barba dele. Provei o sal da minha excitação na boca dele. Desci, engoli o caralho inteiro, garganta apertada, bolas peludas na cara. Ele grunhiu, ‘Merda, chupas como uma vadia profissional’. Pus o preservativo – urgência, mas cuidado – e sentei-me nele, cona esticada ao limite, cavalgando selvagem. Tetos balançando, cama rangendo.
O Sexo Intenso e Sem Limites no Quarto
Virou-me de quatro, tapa forte na bunda, ‘Toma, puta portuguesa’. Caralho a martelar fundo, colisão molhada, bolas batendo no clitóris. ‘Fode-me mais, vai, goza dentro!’. Suor pingando, gosto salgado na pele dele lambida no pescoço. Ele acelerou, urro animal, gozando forte, enchendo o camisão. Eu vim logo depois, cona contraindo, pernas tremendo, grito abafado no travesseiro. Caímos exaustos, clim gelada arrefecendo o suor, corações aos saltos.
De manhã, beijo rápido no lobby, aviões rugindo ao fundo. ‘Adeus, desconhecido’. No avião para Barcelona, cona ainda sensível, latejando de prazer. Lembrei o cheiro dele, o sal na pele, o caralho pulsando. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorri sozinha, liberdade do trânsito: volto a casa, mas levo o fogo daquela noite moite.