A Minha Escale Íntima no Hotel de Lisboa: Um Encontro Proibido

Estava em escala em Lisboa, voo atrasado por causa de uma tempestade no sul. Cheguei ao hotel perto do aeroporto, exausta mas com aquela adrenalina de quem está sozinha, longe de tudo. Ninguém me conhece aqui. O lobby estava quase vazio, ar condicionado gelado contrastando com a humidade lá fora. Vi-a logo: alta, pele escura como chocolate derretido, curvas que gritavam desejo. Usava um vestido justo, gerente ou algo assim? Sorriu para mim enquanto eu esperava o check-in.

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‘Prima vez em Lisboa?’, perguntou com sotaque cabo-verdiano suave. Eu, portuguesa de nascimento, mas vivendo no estrangeiro, respondi com um sim tímido. Falámos de viagens, de saudades. ‘Vou a uma loja aqui perto, lingerie fina. Queres vir? Fecha já, mas sou amiga da dona.’ Porquê não? A excitação do desconhecido subiu. Caminhámos na noite moite, cheiro de mar e jasmim, motores de aviões ao fundo.

A Tensão no Lobby e a Loja Secreta

A loja era discreta, num beco chique. Zaira, a dona, fechou a porta atrás de nós. ‘Temos tempo, sem pressas.’ Alta, negra perfeita, olhos que devoravam. Eu queria algo sexy para me sentir viva. Tirei a blusa no provador aberto, só de sutiã. Ela trouxe guêpières em renda preta. ‘Prova esta.’ Olhou-me nua da cintura para cima, pele arrepiada pelo ar fresco. ‘Estás linda, mas tira tudo para ver melhor.’ Hesitei, mas o calor subiu. Desci as calças, cueca fina. O meu sexo depilado sorria para ela.

‘Tens um corpo feito para pecar’, murmurou, aproximando-se. Toquei-lhe o braço, macio como seda. A outra, minha nova amiga do lobby, observava, olhos brilhantes. A tensão explodiu. Zaira beijou-me o pescoço, mãos nos meus seios. ‘Quero provar-te.’ Caímos no sofá da arriere-boutique, cheiro de tecido novo e perfume dela.

O Prazer Intenso e o Adeus Apressado

Ela abriu as minhas pernas, língua no clitóris inchado. ‘Que cona molhada, tão doce.’ Chupei os seus mamilos duros, grandes e pretos, enquanto a outra amiga me beijava a boca. Dedos dela entravam na minha buceta, fodendo devagar, depois rápido. ‘Fode-me mais forte!’, gemi. O ar condicionado zumbia, suor salgado na pele dela, gosto de sal e mel na minha boca. Virei-a, enfiei a cara na sua cona preta, lábios grossos abertos, sucos escorrendo. Lambi o cu dela, apertado e quente, enquanto ela gozava na minha cara, jatos quentes como chuva.

A amiga juntou-se, três corpos suados. Dedos no cu e na cona ao mesmo tempo, línguas em clits latejantes. ‘Estou a gozar!’, gritei, corpo convulsionando nos lençóis de prova. Ela fodeu-me com a língua, dedos no cu distendido. Gozámos em coro, gemidos abafados pelo ronco dos aviões. Mãos everywhere, bucetas inchadas, cus lambidos, seios mordidos.

Depois, ofegantes, vestimo-nos depressa. ‘O teu voo?’, perguntou Zaira, beijando-me uma última vez. ‘Já vou.’ Saí para a noite moite, pernas tremendo, cona latejando ainda. No táxi para o aeroporto, toquei-me discretamente, lembrando o sal da pele dela, o cheiro de sexo no ar. Ninguém saberá. Foi só uma escala, anónima e perfeita. O prazer pulsa em mim enquanto o avião descola, livre outra vez.

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