Estava em viagem de negócios para o Algarve, mas o voo atrasou e acabei numa escala imprevista em Faro. Calor pegajoso da noite de setembro, ar salgado do mar misturado ao cheiro de diesel dos aviões ao fundo. Entrei no lobby do hotelzinho decadente, daqueles com moquete velha nos anos 70 e lustres poeirentos. Precisava de um café forte pra aguentar.
Ele estava lá, um francês alto, magro, uns 30 anos, cara cansada de viagem. Sentado sozinho, olhando o telemóvel. Olhos castanhos, sorriso fácil. ‘Boa noite’, disse eu, sentando perto. ‘Perdido como eu?’ Ele riu, acenou. Chamava-se Pierre, em escala pro Lisboa. Conversa solta: futebol, trabalho, o tédio das escalas. Senti os olhos dele descerem pros meus peitos. Eu, com 52 anos, casada, mas seios enormes que nenhum sutiã doma direito. Vestia um top justo branco, saia creme, saltos pretos. Deixei os botões de cima abertos de propósito. Liberdade de estar longe de casa, ninguém me conhece aqui.
A Escale Inesperada e o Encontro no Lobby
‘Tens uns olhos que hipnotizam’, murmurou ele, corando. Toquei o braço dele, leve. ‘E tu tens mãos que parecem saber o que fazer.’ A tensão subiu. Ele limpou o suor da nuca, o ar condicionado zumbia fraco. A irmã dele ligou, ia levar pra estação. ‘Fica mais um pouco?’, perguntei, voz rouca. Ele hesitou. ‘Só até eles irem.’ Coração acelerado, buceta já úmida com a urgência do adeus.
Eles foram. Sozinhos no lobby vazio. ‘Vem pro meu quarto’, sussurrei. Subimos, elevador cheirando a mofo. Porta bateu, calor da pele dele contra a minha. ‘Adoro os teus peitos’, disse, mãos tremendo. Tirei o top, sutiã de renda azul escuro apertado. Desabotoei devagar. Ele engasgou. Peitos brancos, pesados, auréolas grandes castanhas, mamilos duros como pedras. ‘Toca’, ordenei. Mãos dele nos meus seios, apertando, gemendo. Eu, de joelhos, abri a braguilha. Pau duro, roxo na cabeça, veias pulsando. Chupei devagar, língua no saco, engoli até a garganta. ‘Caralho, que boca’, grunhiu ele, mãos no meu cabelo.
O Prazer Intenso na Quarto do Hotel
Deitei no sofá da quarto, cortinas semi-fechadas, ronco distante dos motores. Ele ajoelhou, tirou a saia, calcinha encharcada. ‘Come-me a cona’, pedi. Língua dele nas minhas grandes, pelos pretos molhados, cheiro forte de tesão. Gemi alto, pernas nos ombros dele. Dedos no cu, língua no clitóris inchado. Gozei forte, jatos na boca dele, corpo tremendo. ‘Fode-me agora!’ Ele entrou, cona escorrendo, pausadas lentas. ‘Mais forte, Pierre, enche-me de porra!’ Batia as bolas nas minhas nádegas, mamilos na boca dele. Gozei de novo, unhas nas costas.
Não parei. Lubrificante na mesa. ‘Quero no cu.’ Ajoelhei de quatro, cama rangendo, moquete áspera nos joelhos. Dedos dele untados, língua no ânus franzido. ‘Devagar… assim…’ Pau dele escorregou, esticou-me toda. Dor misturada prazer, gemidos roucos. Fodi rápido, ele gozou dentro, quente, escorrendo pelas coxas. Beijei-o, suor salgado, pele pegajosa.
Horas depois, ele partiu pro comboio. Eu no chuveiro, água fria lavando o esperma, corpo ainda latejando. Voltei à estrada, sol nascendo, memória fresca: cheiro dele nos lençóis, urgência do efêmero. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorri sozinha. Da próxima escala, quem sabe?