Estava em viagem de negócios para Madrid, mas o voo atrasou por causa de uma tempestade. Escale imprévista em Lisboa, cheguei ao hotel Altitude já tarde, tipo 20h. O ar quente e úmido da noite grudava na pele, suor salgado no decote. No lobby, o ar condicionado gelado me arrepiou os mamilos sob a blusa fina. Pedi a chave da suite 203 na recepção, cansada mas excitada pela liberdade de estar sozinha, longe de tudo.
Olhei em volta e lá estava ele. Alto, negro, musculoso, corpo suado brilhando sob as luzes. Olhos famintos cravados em mim. Sorri, ele se aproximou. ‘Boa noite, linda portuguesa. Também em escala?’ Voz grave, sotaque estrangeiro, talvez africano. Conversamos no bar, copos de vinho branco gelado. Mãos roçando acidentalmente, ele cheirava a colônia forte misturada com suor. ‘Quarto aqui perto?’, perguntei, coração acelerado. ‘Suite 203. Quer ver a vista?’, respondi, ousada. Ele riu baixo, pegou minha mão. Subimos no elevador, silêncio elétrico, coxas se tocando. Portas se fecharam, ele me encostou na parede, beijo molhado, língua invadindo. ‘Quero te foder agora’, sussurrou. Gozei só com aquilo, buceta latejando.
A Tensão no Lobby e a Subida ao Quarto
No quarto, zumbido da clim, lençóis de hotel frios e engomados. Ele me jogou na cama, rasgou a saia curta. Sem calcinha, buceta depilada exposta, já encharcada. ‘Que puta safada’, rosnou, dedo traçando os lábios inchados. Gemi, pernas tremendo. Ele lambeu devagar, gosto salgado da minha umidade misturado ao dele. Dedos grossos entrando, dois, três, esticando-me. ‘Tão apertada, caralho’. Eu me contorcia, unhas nas costas dele, cheiro de sexo preenchendo o ar. Chupei a pica dele, preta, grossa, veias pulsando. Gosto de porra prévia na língua, engoli até a garganta, engasgando de prazer. Ele me virou de quatro, cuspiu no cu, enfiou devagar. Dor boa, queimando, depois ondas de gozo. ‘Fode meu cu, mais forte!’. Ele bombava, bolas batendo na buceta, suor pingando nas minhas costas. Mão no clítoris, círculos rápidos, gozei gritando, corpo convulsionando. Ele virou, enfiou na buceta, pica escorregadia de porra e molho meu. Meios fortes, peitos balançando, mordi os lençóis pra abafar gemidos. Barulho distante de motores no aeroporto, urgência do voo amanhã. Gozou dentro, quente, jorrando, eu apertando pra mamar tudo.
Depois, deitados ofegantes, pele colada, gosto de sal e sexo na boca. ‘Foi incrível, anônima’, disse ele, beijando meu pescoço. Vesti-me rápido, pernas moles, porra escorrendo coxa. Desci sozinha, lobby vazio agora. No táxi pro aeroporto, amanhecer úmido, ainda sinto o cu dolorido, buceta inchada, cheiro dele na pele. Ninguém sabe, liberdade total. Sorri sozinha, já querendo a próxima escala.