A Noite Quente no Trem de Lisboa para Barcelona

Eu voltava de um congresso em Lisboa, cansada mas animada com as férias no sol de Barcelona. Trem de noite, lotado, ar condicionado gelado misturado ao cheiro de café e suor. Meu saco grande no bagageiro, eu me encostei na janela, o vidro vibrando com o ritmo dos trilhos. Ninguém me conhece aqui. Liberdade total, coração acelerado só de pensar.

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No vagão-restaurante, luzes fluorescentes piscando, barulho de risadas em espanhol e inglês. Peguei um chocolate quente, sentei sozinha. De repente, sinto um roçar. Um homem alto, pele morena, camisa branca colada no peito musculoso, passa colado em mim pra deixar uns bêbados passarem. Seu pau duro roça minha bunda, hálito quente na nuca. ‘Desculpa’, murmura com sotaque italiano sexy. Olho pra trás: olhos pretos devorando-me, sorriso predador.

O Encontro Casual e a Tensão no Vagão

Ele senta na minha mesa. ‘Sozinha? Perigoso pra uma mulher como você.’ Eu rio, nervosa, pernas tremendo. ‘Viajando a negócios… ou prazer?’ Seus dedos tocam meu anelar. ‘Sem aliança. Quer que eu te mostre o que perde?’ Meu corpo reage: mamilos endurecendo sob a blusa fina, cona úmida já. Falamos baixo, ele descreve o que faria: ‘Te lambo até gozar na minha boca, te fodo forte contra a parede.’ Eu gemo baixinho, ‘Para…’, mas não quero que pare. A urgência do trem parando em estações distantes me excita mais.

Não aguento. Vou pro corredor escuro, vento pela janela aberta, cheiro de noite úmida. Ele aparece atrás, pega minha mão. ‘Vem.’ Entro na cabine dele, quatro beliches vazios, luz fraca da lua. Tranca a porta. Seu beijo é faminto, língua invadindo minha boca, gosto de vinho tinto. Mãos nas minhas tetas, apertando forte. ‘Tira isso’, ordena. Blusa voa, sutiã rasgado. Chupa meus mamilos duros, mordendo, eu arqueio as costas, gemendo alto apesar do barulho dos motores.

Explosão de Prazer na Cabine Escura

De quatro na beliche inferior, ele baixa minha saia e calcinha. ‘Que cona molhada, caralho.’ Dedos abrindo meus lábios, língua no clitóris, chupando voraz. Eu gozo rápido, gritando, pernas tremendo, suco escorrendo na boca dele. Ele ri, pauzão latejando pra fora da calça: grosso, veias pulsando, cabeça vermelha brilhando. ‘Chupa.’ Eu obedeço, engolindo até a garganta, saliva pingando, ele fode minha boca devagar, gemendo ‘Boa putinha.’ Sabor salgado, cheiro de macho.

Me vira de bruços, entra de supetão. ‘Ahhh, fode!’ Pau preenchendo tudo, batendo no fundo, bolas batendo na minha bunda. Ritmo animal, suor pingando, lençóis de hotel falso grudando na pele quente. Mudo de posição: eu por cima, cavalgando louca, tetas balançando, unhas cravadas no peito dele. Ele aperta minha bunda, dedo no cu, me fazendo gozar de novo, esguichando no pau dele. ‘Vem, enche minha cona!’ Ele explode dentro, jatos quentes me inundando, corpo convulsionando.

De manhã, acordo vestida, ele sumido. Trem chegando em Barcelona, sol nascendo, corpo dolorido mas saciado. Sorrio pro reflexo: pele marcada de chupões, cheiro de sexo ainda no ar. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Volto pra minha vida, mas lembro do pau dele pulsando, do gozo misturado, da liberdade de ser vadia por uma noite. Da próxima viagem, quem sabe?

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