Escala Imprevista: Meu Encontro Íntimo no Lobby do Hotel

Estava em escala em Lisboa, um atraso chato no meu voo de negócios. Cheguei ao hotel perto do aeroporto por volta das 23h, calor moite da noite grudando na pele. O lobby estava quase vazio, só o zumbido da clim gelada e o eco distante dos motores. Sentei no bar, pedi um gin tónico, suor salgado no lábio superior. Foi aí que o vi: um rapaz de uns 23 anos, cabelo comprido bagunçado, ar de estudante perdido. Olhos castanhos fixos nos meus, sorriso tímido. Ele se aproximou, hesitante. “Boa noite, fala português?” perguntei, voz rouca de cansaço. “Um pouco, sou francês, mas aqui por estudos”, respondeu, acento sexy. Conversamos, ele chamava-se Johan, esperando um trem cedo. Bebemos mais, pernas roçando debaixo da mesa, eletricidade no ar. Senti o cheiro dele, suor misturado a colónia barata. “Quarto 204?”, sussurrei, coração acelerado. Ele piscou, levantou-se. Urgência do tempo curto, ninguém nos conhece aqui.

💸Torna-te modelo webcamMais de 50% dos ganhos · Pagamentos diários · 60 M de visitas/diaSaber mais →

Subimos as escadas, mãos já se tocando. Porta bateu, clim gelada arrepiando a pele quente. Beijei-o forte, língua invadindo, gosto de sal e álcool. Ele gemeu, mãos nos meus seios por cima da blusa fina. Tirei a roupa dele rápido, pila já meia-dura pulando pra fora. “Caralho, que delícia”, murmurei, ajoelhando. Chupei devagar, língua no saco, depois engoli fundo, ele grunhiu, mãos no meu cabelo. “Porra, continua…” Saliva escorrendo, pau inchado na garganta. Ele me puxou pra cima, rasgou minha saia, dedos na cona molhada. “Tão quente, tão encharcada”, disse, metendo dois de uma vez. Gemi alto, paredes finas mas foda-se. Deitei na cama, lençóis ásperos de hotel, ele por cima, pila roçando a entrada. “Fode-me forte, antes do meu voo”, pedi. Entrou num golpe, grosso preenchendo tudo, dor gostosa. Ritmo brutal, cama rangendo, suor pingando. Virei de quatro, ele socando fundo, bolas batendo no cu. “Goza dentro, não aguento”, implorei. Ele acelerou, gemendo rouco, encheu-me de porra quente, pulsando. Eu gozei gritando, cona apertando, corpo tremendo.

A Tensão no Lobby sob o Ar Condicionado Gelado

Depois, ofegantes, clim secando o suor. Ele beijou meu pescoço, “Inesquecível”. Vesti-me rápido, cheiro de sexo no ar, porra escorrendo na coxa. Desci sozinha, lobby vazio agora. No avião horas depois, vibração dos motores me levando pra casa, ainda sinto o pau dele, o gosto salgado na boca, a liberdade de ser só um estranho. Ninguém sabe, só eu e o prazer cru daquela noite moite. Volto quando quiser.

Leave a Comment