Escala Imprevista: Meu Foda Selvagem com um Estranho na Cabine

Estava em viagem de negócios de Lisboa para Madrid. Voo cancelado, escala imprevista. Droga de atraso. Fui pro hotel no aeroporto, ar condicionado gelado batendo na pele suada. Cheiro de café e combustível no ar. Liberdade total aqui, ninguém me conhece. Afastei o pensamento do marido em casa. Queria aventura.

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Desci pro lobby, calor moite da noite. Vi uma loja aberta, duty free chique. Entrei pra comprar lingerie, algo safado pra me animar. Olhei pros lados e… lá estava ele. Vendedor jovem, uns 25 anos, 1,80m, camisa branca colada nos peitos lisos e duros. Jeans apertado, pau marcado, bunda empinada. Cabelo preto gominado, pele bronzeada. Meu coração acelerou. Ele me viu, sorriu malicioso.

O Encontro no Lobby do Hotel Aeroportuário

‘Boa noite, posso ajudar?’, voz grave, sotaque local. Eu, portuguesa safada, respondi: ‘Procuro algo… justo. Tipo o que você usa.’ Ele riu, olhos pretos me devorando. Mostrou jeans femininos, mas eu só olhava pro volume dele. ‘Vem comigo, eu te mostro na cabine.’ Tensão subiu. Mãos roçando, cheiro dele misturado com meu perfume. ‘Eu sou a Ana. E você?’ ‘David. Gosto de mulheres casadas como você.’ Como ele soube? Aliás, aliança brilhava, mas foda-se.

Na cabine, porta entreaberta. Tirei a saia, só calcinha fio dental. Ele entrou, trancou. ‘Você me paquerou desde o início, né?’ Colou em mim, boca quente na minha. Língua dançando, gosto de sorvete mandarina que ele comeu. Mão dele na minha cona já molhada. ‘Caralho, tá encharcada.’ Eu gemi, baixinho, som de aviões ao fundo.

Ele ajoelhou, rasgou a calcinha. Língua no clitóris, chupando forte. ‘Que delícia de cona, Ana.’ Dedos entrando, dois, três. Eu me contorcia, ar frio da clim arrepiando a pele. Peguei o pau dele por cima do jeans: grosso, duro como pedra. ‘Me dá isso.’ Abri o zíper, pau pulou pra fora, veias pulsando, sem cueca. Cabeça roxa, pré-gozo brilhando. Engluti tudo, garganta funda. Ele gemeu: ‘Porra, mama bem, vadia.’ Salgado, quente, cheiro de macho.

Explosão de Prazer na Cabine de Prova

Levantou, virou de costas. ‘Me fode, mas rápido, meu voo é cedo.’ Ele cuspiu na mão, lubrificou meu cu. ‘Quero teu rabo.’ Dedo entrando, depois pau. Devagar no início, eu empinei. ‘Vai, David, me arromba!’ Ele meteu forte, couilles batendo na minha bunda. Dor e prazer misturados. ‘Tá apertada, puta.’ Segurei na parede, pernas tremendo. Calor do corpo dele, suor escorrendo, gosto de sal na pele quando lambi o pescoço.

Acelerei, ele socava fundo. ‘Vou gozar!’ Eu gozei primeiro, cona piscando, jatos no chão. Ele grunhiu, encheu meu cu de porra quente, preservativo salvando. Ofegantes, beijo final. ‘Inesquecível, Ana.’ Limpei rápido, vesti. Saí primeiro, ele piscou.

Peguei o voo horas depois, corpo dolorido, cu latejando. Lembrei cada estocada, cheiro dele na pele. Anonimato puro, ninguém sabe. Tesão ainda aí, mão na mala, sonhando com próxima escala. Liberdade de passageira… foda-se o resto.

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