Escala Imprevista em Madrid: A Noite Mais Quente da Minha Vida

Estava em viagem de negócios de Lisboa para Barcelona. O voo atrasou horas, escala imprevista em Madrid. Check-in num hotel perto do aeroporto. O lobby fresco com ar condicionado forte, zumbido dos motores ao longe, cheiro de café e perfume barato. Sentei no bar, pernas cruzadas, saia curta, cansada mas excitada pela liberdade. Ninguém me conhece aqui. Pedi um copo de vinho tinto, seco na garganta.

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Ao lado, uma mulher gira no banco alto. Morena, curvas generosas, sorriso safado. ‘Também em escala?’, pergunta ela, voz rouca. Silvia, diz. Mora ali perto, veio buscar o irmão no aeroporto. Rimos de histórias de voos fodidos. Olhares demoram. Mão dela roça minha coxa. Coração acelera. ‘Vem comigo pro cinema no shopping aqui do lado? Pra bater papo…’, pisca. Aceito. Urgência do amanhã me deixa solta.

A Escale e o Encontro no Lobby do Hotel

Sala meia vazia, enfiámo-nos nos fundos. Escuro cai. Casal jovem senta duas fileiras abaixo. Mão dela na minha, beijo leve. ‘Tira a calcinha. Agora.’ Hesito, olho pro casal. Mas a cona já pinica. Levanto devagar, saio a renda preta pelas coxas, cai nos tornozelos. Empurro pro chão. Medo de ser vista me molha mais. Dedo dela entra na minha cona encharcada, clitoris inchado. ‘Tá pingando, sua safada.’ Chupa o dedo, me dá pra provar meu mel salgado. Não aguento, guio a mão dela. Dedos fodem rápido, gozo mordendo o punho, corpo treme. O casal olha, sorri. ‘Vamos pro meu quarto no hotel. Quero te comer direito.’

Porta bate, ela me cola, língua na boca, sal de suor. Mãos sob a saia, dois dedos na cona ainda latejante. Eu apalpo a dela, slip ensopado. ‘Bandei os olhos, amor. Tu gostas.’ Sim, confio. Foulard escuro, deito na cama dura do hotel, lençóis ásperos e frios. Braços pra cima, amarra nos pulsos. Pernas abertas, tornozelos presos. Nua, exposta, ar condicionado gela os mamilos duros. Espera. Silêncio. Onde ela? Cona aberta, mel escorre pro cu, molha os lençóis.

Sopro quente nos pés. Boca suga meu dedão, língua lambe cada um, saliva pegajosa. Subi pela panturrilha, coxa, chega na cona. Beijos leves nas lábios inchados. ‘Por favor, lambe minha cona.’ Ela ri. ‘Queres mesmo?’ Língua mergulha, chupa o mel, fode o buraco, roça o clitóris. Quase gozo, para. ‘Não! Continua!’ Silêncio de novo. Dor de tesão.

O Prazer Desenfreado e Sem Limites

Craque na porta. Boca no peito direito, dentes no bico. Outra no esquerdo. ‘Confia em mim.’ Caralho duro pressiona a cona, entra devagar, grosso, enche. Vai e vem, lento. ‘Que caralho bom…’ Ele geme. Sai, põe na boca. Provo meu gosto salgado na rola pulsante. Duas línguas na cona agora, chupam, mamam. Silvia tira a venda. O casal do cinema! Irmão dela, Marco, musculado, bronzo. Namorada, Natália, loira, tetas firmes.

‘Sou teu agora.’ Natália senta na minha cara, coninha raspada pinga mel doce na boca. Lambe, dedo no cu dela apertado. Marco fode Silvia de quatro, cu dela empinado. ‘Fode tua irmã, me excita.’ Ela goza gritando, jorra na cara de Silvia. Marco vem pra mim, enterra na cona até o talo. Silvia e Natália chupam mamilos, dedos nas suas conas, me dão pra sugar o mel delas. ‘Tua cona é um forno, suga meu caralho.’ Bombeia forte, bolas batem molhadas.

‘Goza na boca dela!’ Silvia manda. Ele puxa, mete na boca, fodo com lábios. Línguas delas lambem a rola. Jatos quentes de porra enchem a boca, escorrem no queixo. Natália lambe, Silvia mama o resto. Gozo de novo, corpo arqueia.

De manhã, voo cedo. Saio do hotel, pernas bambas, cona dolorida mas feliz. Anonimato salvo, ninguém sabe. Tesão ainda pulsa, lembro o gosto de porra e mel misturados. Liberdade de passageira.

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