A Escala Quente no Hotel da Estação: Minha Aventura Inesquecível

Estava exausta. O trem de Lisboa a Porto demorou horas, bancos duros, gente roncando. Sudorenta, saí da estação ao anoitecer. Esperava um contacto para quarto, mas nada. Trinta minutos… uma hora. Merda, vou achar sozinha. Ruas feias, hotéis de hora, cheiro de urina e fritura. Caminhei dez minutos, pernas doendo nos saltos pretos. Calça justa, camisa branca colada na pele pelo calor úmido. Ali, no fim da rua, um oásis: Hotel Maria, luzes vermelhas, fachada imponente no meio do lixo urbano.

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Entrei no hall alto, bordeaux, lustres falsos. Toquei a campainha. Passos de salto ecoam longe. Ela surge do corredor: morena, baixa, cabelos longos balançando, saia preta, meias, sapatos bordô. Nome na lapela: Ana. Olhos fixos nos meus, mordendo o lábio, piscando rápido. Charmoso. ‘Boa noite, senhora. Precisa de quê?’ Voz rouca. ‘Quarto, óbvio.’ Sorri. Registrei, dei idade. ‘Chave da 20, siga-me.’

A Chegada Exausta e o Olhar que Acende Tudo

No elevador, ela não desvia o olhar. Mordiscava lábio. ‘Para de me olhar assim, envergonha.’ Chegamos. Corredor branco, tapete bordô. Abre a porta: paredes vermelhas, candelabros elétricos, lençóis brancos com ‘M’ bordado. ‘Casa de banho ali, minibar, TV.’ Liga a TV, pornô começa: ‘Quero chupar teu caralho, amor!’ Ela sai, hesita na porta, olha mais. Fechei na cara dela.

Sentei, vi a atriz engolindo pila inteira, olhos no homem. Minha mão desceu, toquei a cona molhada sob a calça. Dedo na boca, outro esfregando o clitóris. ‘Agora fode meu cu!’ Atriz de quatro. Tirei calça, pernas abertas. Som alto demais. Baixo volume… ainda ouço. Do teto. Levanto, cheiro a sexo no ar, AC gelado na pele. TV mostra lençóis iguais. Ébats do andar de cima, ao vivo? Parei, cheirei dedo salgado de porra imaginária. Chamei Ana.

‘Eu chamei?’ ‘Sim, pede pro casal de cima foder mais baixo! Isso é hotel decente?’ Ela sorri de lado. ‘Senhora, olhe o espelho.’ Viro: nua! Calça no chão. Atrás, homem colado, mãos nos peitos, caralho duro na entrada do cu. Sensação de pele quente agora. Abasourda. Ele massageia cona, eu abro pernas. ‘Para de olhar assim, envergonha…’ Ela fecha porta.

O Fogo no Quarto: Foda Sem Limites e Surpresas Molhadas

Viro, beijo ele, branquinho a rola grossa. Deito ele, monto: caralho entra devagar, quente, enchendo. Acelero, gemo com os gritos da TV. Deito nele, ele mama tetas. Vira-me de supetão, fode forte. Olho TV: sou eu na tela! Minha cona loira arrombada. Excitação explode. Procuro câmaras: nada. ‘Que porra é isso?’ Mas gozo forte, corpo tremendo.

Porta abre na tela: Ana de lingerie bordô, beija ‘mim’. Fixo porta real. Abre: Ana vestida, observa. Ele sai de mim, goza na boca. Branquinha, lambo ponta, esperma quente na cara. Ela vai embora. Limpo, gosto o sal. Saio atrás, cona pingando. Corredor, escadas. Ela entra quarto fundo. Entro: ela fodida pelo mesmo homem! Eu? Lingerie bordô. Mordisco lábio, fixo ela. Lamba sua boca, línguas dançam. Tiro roupa, sento na cara dela: língua no clitóris, chupa forte. Ele fode ela, vibra em mim. ‘Ah, caralho!’ Gozo jorrando na boca dela.

Ele sai, nós duas ajoelhadas: Ana branquinha rola, eu chupo. Gozo: jatos na boca, engulo metade. Ela beija, divide esperma. Lavamo-nos lambendo pescoços, queixos. Enlaçamos, tetas roçando, conas molhadas friccionando. Novo gozo, molho abundante nunca visto. Lamba cona dela em graças… ‘Tenho de ir.’ Vê-la ir, rabo perfeito.

Acordei no comboio, estação ao longe. Corpo dormente de prazer fantasma. Ninguém me conhece aqui. Segredo meu, fogo ainda arde entre pernas. Volto à rotina, mas aquela noite… inesquecível.

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