Estava voltando de um congresso em Barcelona, voo atrasado por uma tempestade. Escala forçada em Madrid, noite no aeroporto hoteleiro. Cheiro de café forte no lobby, ar-condicionado gelado arrepiando a pele. Eu, portuguesa de Lisboa, sozinha, vestidinho leve colando no corpo suado pela viagem. Olho pro bar e vejo ele: alto, moreno, uns 40 anos, camisa aberta mostrando peito peludo. Estrangeiro, sotaque italiano grosso. ‘Uma bebida pra esquecer o atraso?’, diz sorrindo, olhos devorando minhas coxas.
Sento do lado, pernas roçando. Conversa solta: viagem de negócios, solidão nas escalas. Mão dele na minha coxa, ‘Você é fogo, portuguesa’. Sinto o calor subindo, buceta úmida já. ‘Quarto 512, sobe?’, sussurra no ouvido, hálito quente de uísque. Coração acelera, liberdade total aqui, ninguém me conhece. Subo com ele no elevador, silêncio pesado, dedos entrelaçados. Porta fecha, ele me prensa na parede, beijo faminto, língua invadindo, gosto de sal e desejo.
A Escala e o Encontro no Lobby
No quarto, luz fraca, som distante de motores no céu noturno. Jogo a bolsa no chão, ele arranca meu vestido. ‘Que tetas perfeitas’, rosna, chupando mamilos duros, mordendo leve. Eu gemo, mão na calça dele, caralho enorme pulsando. ‘Chupa, vadia’, manda, empurrando pra cama. De joelhos, abro a braguilha, pau grosso, veias saltadas, cabeça rosada brilhando pré-gozo. Engulo devagar, língua no freio, bolas pesadas na mão. Ele geme, ‘Porra, que boca gulosa’. Chupo forte, saliva escorrendo, ele fode minha garganta, ‘Toma tudo, sua puta de escala’.
Não aguento, deito de costas, pernas abertas. ‘Me come agora, enfia esse caralho na minha cona molhada’. Ele ri, esfrega a cabeça na entrada, ‘Tá ensopada, hein?’. Empurra devagar, esticando tudo, sinto ele no fundo, útero latejando. ‘Fode forte!’, imploro. Ele acelera, coxas batendo nas minhas, suor pingando, gosto salgado na pele dele. Viro de quatro, cu empinado, ‘Me arromba!’. Pau entra fundo, bolas batendo no clitóris inchado. Dedos dele no meu cu, um entrando, ‘Gosta de anal também?’. Gemo alto, ‘Sim, fode meu cu!’. Lubrifica com minha gozo, enfia devagar, dor misturada prazer, ‘Que cu apertado, vou gozar aí dentro’.
A Foda Intensa na Quarto e a Despedida
Clima gelado contrasta com corpos quentes, lençóis de hotel ásperos roçando costas. Ele me vira, mama entre tetas, pau na cona de novo, pistão selvagem. ‘Goza pra mim, enche minha buceta!’. Sinto ele inchar, jatos quentes inundando, eu explodo, unhas nas costas dele, tremendo toda. Caio exausta, cheiro de sexo no ar, noite moite lá fora.
De manhã, café rápido, beijo no lobby. ‘Foi incrível, anjo’, diz, sem nomes trocados. Pego o voo, corpo dolorido, buceta latejando ainda com o sêmen dele. Anonimato perfeito, só lembrança carnal. Toda vez que atraso, sorrio pensando nessa escala torride.