Estava em Paris por causa de uma escala imprevista. O voo para Lisboa atrasou por causa de uma tempestade. Cheguei ao hotel perto da Gare Montparnasse por volta das 22h, suada, a saia colada na pele pela humidade pegajosa da noite de verão. O ar condicionado do lobby era um alívio, mas o calor ainda me queimava por dentro. Peguei a chave do quarto e sentei-me no bar, pedi um gin tónico para relaxar.
Ele estava ali, sozinho, uns 50 anos, cabelo grisalho, olhos castanhos intensos, fato amarrotado como se tivesse viajado o dia todo. Parecia atormentado, a olhar para o copo vazio. Sorri para ele, cruzei as pernas devagar. ‘Boa noite’, disse eu em francês com sotaque português. Ele ergueu os olhos, sorriu de lado. ‘Boa noite. Também apanhada pelo atraso?’ Conversámos. Chamava-se Guillaume, de regresso de uma viagem de negócios em Pau. Falou de família, de segredos velhos, mas os olhos dele devoravam-me as curvas. Senti o formigueiro na cona só com o olhar dele.
O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente
‘Queres outro copo?’, perguntou, a voz rouca. Acenei que sim. As mãos dele roçaram as minhas ao passar o copo. Eletricidade. ‘Estás sozinha?’, murmurou, inclinando-se. ‘Por agora’, respondi, mordendo o lábio. A tensão subia, o lobby esvaziava-se. ‘O meu quarto é no terceiro andar. A clim está avariada no teu?’, provocou. Ri baixinho. ‘Talvez precise de refrescar.’ Levantei-me, ele seguiu-me. No elevador, encostou-me à parede, beijou-me o pescoço. Cheirava a suor e colónia. ‘Quero-te agora’, sussurrou. Apertei a pila dele por cima das calças, dura como pedra.
Ele abriu a porta do quarto com urgência. O ar condicionado zumbia baixo, os lençóis brancos do hotel cheiravam a limpo e desejo. Atirou-me para a cama, rasgou a blusa. Chupei-lhe a boca, línguas enroscadas, salgado do suor. ‘Tira tudo’, ordenei. Ele obedeceu, a pila grossa e veiuda saltou para fora. Agarr ei-a, masturbando devagar, sentindo pulsar. ‘Caralho, que boca gulosa’, gemeu quando lhe chupei a cabeça, lambendo o pré-gozo salgado. Engoli até à garganta, ele fodia-me a boca com força, mãos no cabelo.
A Foda Intensa na Quarto de Hotel
Deitei-me de costas, pernas abertas. ‘Fode-me, vai.’ Ele entrou de rompante, a cona molhada engoliu-o todo. ‘Porra, estás tão apertada’, grunhiu, bombando forte. O som molhado da pele a bater, o cheiro de sexo preenchia o quarto. Virei-me de quatro, ele agarrou as nádegas, meteu o dedo no cu enquanto fodia. ‘Gostas assim, puta de passagem?’ ‘Sim, fode mais fundo!’ Gozei primeiro, tremendo, esguichando no lençol. Ele acelerou, ‘Vou-te encher’, e jorrou dentro, quente, viscoso. Ficámos ofegantes, suor a pingar, corações a trotar.
Depois, deitados, ele acendeu um cigarro. ‘Isto foi… incrível.’ Beijei-o uma última vez. ‘Foi só uma escala.’ Vesti-me devagar, o corpo ainda latejava de prazer. No táxi para o aeroporto, ao amanhecer, o sol nascente batia na janela. O comboio de motores ao longe, o gosto dele na boca, a cona dorida e satisfeita. Ninguém me conhece aqui, anonimato puro. Sorri sozinha. Aquela urgência do adeus torna tudo mais quente. Levo a memória na pele, pronta para a próxima aventura.