Estava em viagem de negócios para Nova Iorque, há uns meses. Escale imprevista em Paris, Roissy. Cheguei ao hotel do aeroporto exausta, mas com aquela excitação do desconhecido. Longe de casa, em Lisboa, ninguém me conhece. Sou livre. O ar condicionado gelado do lobby arrepiava a pele, misturado ao cheiro de café forte e suor de viajantes.
Sentei no bar, pernas cruzadas, saia curta subindo um pouco. Um copo de vinho tinto na mão. Ele apareceu: alto, estrangeiro, talvez francês, olhos castanhos famintos. ‘Boa noite’, disse com sotaque sexy. Sorri, respondi em francês trapalhão. ‘Cansada da viagem?’ Conversa solta, olhares que queimam. O coração acelerou. Senti a cona pulsar, molhar devagar.
O Encontro no Lobby do Hotel
‘Quarto aqui perto?’, perguntei, direta. Ele riu, mão no meu joelho. ‘Sim, 312. Vens?’ A urgência do voo amanhã… perfeito. Subimos no elevador, silêncio pesado, corpos colados. Porta fecha, beijo voraz. Línguas dançam, gosto a vinho e sal da pele dele. Mãos dele na minha bunda, apertando forte. ‘Estás tão molhada’, murmurou, dedo já na minha saia.
Ele me empurrou contra a parede, ar condicionado zumbindo baixo. Tirei a blusa, soutienne push-up caindo. Seios livres, mamilos duros como pedras. Ele chupou um, mordendo leve. ‘Ah, caralho…’, gemi. Saia para cima, sem cueca – tirei no WC do lobby, como uma puta safada. Cona exposta, ar frio batendo, babando.
‘Quero te foder agora’, disse ele, voz rouca. Calças dele no chão, caralho grosso, veias saltadas, pré-gozo na ponta. Eu de joelhos, engoli tudo. Boca cheia, garganta funda, saliva escorrendo. Ele gemia, mãos no meu cabelo: ‘Boa, chupa mais fundo’. Levantei, ele me virou, debruçada na cama. Drapos ásperos do hotel roçando os peitos.
O Sexo Selvagem e o Adeus Apresseado
Entrou de supetão, caralho rasgando a cona. ‘Porra, que apertada!’, grunhiu. Bombeava forte, bolas batendo na minha pele. Calor moite da noite filtrava pela janela, barulho de aviões ao longe. Suor pingava, gosto salgado no ar. ‘Mais rápido, fode-me como uma vadia!’, pedia eu, unhas cravadas nos lençóis. Dedos dele no clitóris, rodando, eu tremia.
Virei de costas, pernas nos ombros dele. Posição profunda, caralho batendo no fundo. ‘Vou gozar!’, avisei, cona contraindo. Ele acelerou, ‘Eu também, toma meu leite’. Jatos quentes enchendo-me, orgasmo vaginal, profundo, sem tocar o clitóris. Corpo convulsionando, grito abafado no travesseiro. Ficamos ofegantes, colados, cheiro de sexo no quarto.
Depois, banho rápido, água morna lavando o esperma que escorria pelas coxas. ‘Foi incrível’, disse ele, beijando o pescoço. Eu sorri: ‘Foi só uma escale’. Vista do quarto, luzes da pista piscando. Vesti-me, saí sem olhar para trás. No meu voo horas depois, sentada, cona ainda sensível, latejando. Lembrei cada estocada, o gosto dele na boca. Anonymato perfeito. Ninguém em Lisboa saberá. Mas eu? Carrego o tesão para sempre.