Estava de regresso de um congresso em Madrid, mas o voo atrasou-se. Escale imprevista no aeroporto de Lisboa, noite quente e húmida. Entrei no lobby do hotel anexo, o ar condicionado a gelar a pele suada. Vestia um vestido leve, solto, que mal tapava as coxas. Ninguém me conhecia aqui, longe de casa, livre.
Sentei-me no bar, pedi um gin tónico. Dois tipos, altos, musculados, olhos claros, sentaram-se ao lado. Estrangeiros, talvez franceses. Um, o Mathieu, sorriu primeiro. ‘Bonita noite para uma espera, não?’ disse ele, com sotaque. O outro, Chris, piscou o olho. Falámos de viagens, de saudades do sol. A brisa do ventilador roçava as minhas pernas nuas, o copo gelado suava na mão. Senti o calor subir, o desconhecido a excitar-me. ‘Quarto 312, se quiserem subir para… conversar melhor’, sussurrei, o coração a bater forte. Eles trocaram olhares, levantaram-se.
O Encontro Casual no Lobby e a Tensão Crescente
Subimos no elevador, o cheiro a perfume misturado com suor. A porta fechou-se, Mathieu encostou-me à parede, beijou-me o pescoço. ‘Queres-nos os dois, safada?’, murmurou. Chris apertou-me as nádegas por baixo do vestido. ‘Sim… fodi-me sem dó’, respondi, ofegante. Na quarto, a clim zumbia, lençóis brancos ásperos na cama king size. Despi-me devagar, o vestido caiu. Nuas, mamas firmes, cona já molhada. Eles despidos: caralhos grossos, duros, veias saltadas.
Mathieu ajoelhou-se, lambeu-me a cona com fome, a língua a entrar fundo, o gosto salgado da minha excitação. ‘Que delícia de puta molhada’, grunhiu. Chris meteu-me os dedos no cu, preparou-me. Virei-me de quatro na cama, o barulho dos aviões ao longe. ‘Fode-me a cona primeiro’, pedi. Mathieu enfiou o caralho todo, forte, ritmado, bolas a bater. Chris encheu-me a boca, foda profunda na garganta. Engasguei, saliva escorrendo, mas chupei com vontade, lambendo o pré-gozo salgado.
O Sexo Selvagem na Quarto com Urgência do Voo
Trocaram. Chris no cu, lubrificado com cuspe, entrou devagar, depois pistão selvagem. ‘Arromba-me esse cu apertado!’, gemi. Mathieu na cona, duplo, esticada ao limite. O suor pingava, pele colada, cheiro a sexo cru. Gozei primeiro, tremendo, esguichando no lençol. ‘Mais, caralhos, não parem!’ Eles aceleraram, porra quente a encher-me o cu e a boca. Engoli, lambi os restos, o sal na língua.
Depois, invertemos. Eu mandei: ‘Agora chupem-me até eu gozar de novo’. Lambidas alternadas, dedos no cu e clitóris. Gozei duas vezes, gritos abafados pelo travesseiro. Eles gozaram na minha cara, porra quente a escorrer.
Horas depois, o alarme do telemóvel. Voo a chamar. Vestimo-nos às pressas, beijos rápidos. ‘Foi incrível, desconhecida’, disse Mathieu. Saí, pernas bambas, cona e cu latejando, o ar da noite moite na pele. No avião, o ronco dos motores, o prazer ainda pulsava. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorri, pronta para mais aventuras.