A Minha Escale Quente com um Estrangeiro em Madrid

Estava em trânsito, escale em Madrid por causa de um voo atrasado. Voo de Lisboa para Nova Iorque, negócios. O calor do dia ainda colava na pele quando entrei no lobby do hotel perto do aeroporto. Ar condicionado gelado, um alívio. Barulho distante dos motores, vibração no chão. Sentei no bar, saia leve, pernas cruzadas, copo de vinho tinto na mão. Suor seco no pescoço, gosto salgado se lambesse.

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Ele apareceu do nada. Alto, moreno, sotaque espanhol forte. Olhos escuros, sorriso malandro. ‘Boa noite, portuguesa?’, disse, sentando ao lado. Eu ri. ‘Sim, e tu?’. Conversa solta, olhares que se demoram. Ele viajava sozinho, escale igual. Mãos dele roçavam a minha no balcão. Calor subia, não era o vinho. ‘Queres subir?’, perguntei direta. Ele piscou. ‘Agora?’. Urgência no ar, ninguém nos conhece aqui.

A Rencontre no Lobby e a Tensão que Cresce

Subimos. Elevador lento, corpos colados. Boca dele na minha, língua quente, gosto de cerveja e fumo. Mão na minha nuca, puxando. Eu… tremia um pouco. Excitação do desconhecido, liberdade de passageira. Quarto pequeno, cama de lençóis ásperos de hotel, luz fraca, cortinas fechadas mas som dos aviões ao fundo. Porta bateu, clique da fechadura. Ele me empurrou contra a parede, saia subiu, cueca de lado.

‘Sabes o que queres?’, murmurou, dedos na minha cona já molhada. ‘Fode-me agora’, respondi, voz rouca. Caralho dele duro, grosso, saiu das calças. Eu ajoelhei, cheirei o cheiro homem, salgado. Chupei devagar, língua na cabeça, veias pulsando. Ele gemia, ‘puta que pariu, que boca’. Mão no cabelo, foda na boca, fundo da garganta. Saliva escorria, barulho molhado. Levantei, ele me virou, bundas ao ar. Dedos na cona, dois de uma vez, molhado pingando coxa.

O Prazer Intenso e o Adeus Apresseado

Entrou de rompante, caralho preenchendo tudo. ‘Ahh, fode forte!’, gritei. Ritmo animal, cama rangendo, suor misturado. Pele colava, gosto sal no ombro dele quando mordi. Mão dele no clitóris, esfregando rápido. Noite húmida lá fora, aqui dentro ar gelado da clim batendo na pele nua. Ele acelerou, bolas batendo na minha bunda. ‘Vou gozar’, disse. ‘Dentro, goza na cona!’. Calor dele jorrando, enchendo, corpo tremendo. Eu gozei logo depois, cona apertando, pernas fracas, ‘caralho, que bom…’

Ficamos ofegantes, corpos suados nos lençóis frios. Ele fumou um cigarro na janela, fumaça no ar parado. ‘Tens de ir?’, perguntei. Ele assentiu, voo cedo. Beijo rápido, sem nomes trocados. Saí primeiro, lobby vazio agora, cheiro dele ainda na pele. No avião, sentada, cona dolorida mas prazer latejando. Anonimato perfeito, ninguém sabe. Sorri sozinha, lembro o caralho pulsando, o gozo quente. Liberdade de escale, quero mais.

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