A Minha Escale Torride em Montreal: Um Estranho que Me Fez Gozar como Nunca

Estava a caminho de Nova Iorque para um congresso de negócios, mas uma tempestade infernal atrasou tudo. Escale imprevista em Montreal. O avião ficou no chão, e eu, Ana, portuguesa de 32 anos, acabei no hotel do aeroporto. O lobby estava cheio de gente cansada, mas eu sentia aquela liberdade… longe de Lisboa, ninguém me conhece. Pura excitação do desconhecido.

💸Torna-te modelo webcamMais de 50% dos ganhos · Pagamentos diários · 60 M de visitas/diaSaber mais →

Sentei-me no bar, pedi um gin tónico. O ar condicionado gelado arrepiava a pele, misturado com o cheiro de café e aviões ao fundo. Ele apareceu: alto, moreno, olhos escuros, talvez 40 anos, fato amarrotado mas sexy. Estrangeiro, acento francês suave. ‘Boa noite, perdida como eu?’, disse, sentando ao meu lado. Sorri, pernas cruzadas, saia curta subindo um pouco. Chamava-se Marco, ator de passagem para um casting. Falámos de viagens, olhares demorados. A mão dele roçou a minha coxa ‘por acidente’. Senti o calor subir. ‘Quarto 512, se quiseres companhia’, murmurou. Hesitei? Nem por segundos. A urgência do voo de amanhã… tudo permitido.

A Escale e o Encontro no Lobby

Subimos no elevador, silêncio elétrico. Portas fecharam, ele prensou-me contra a parede, beijo faminto, língua invadindo. ‘Quero-te agora’, sussurrei. Na quarto, luz fraca, lençóis brancos ásperos do hotel, som distante de motores. Despi-me devagar, ele devorava com os olhos. ‘Chupa-me’, ordenei, surpreendendo-me. Ajoelhou-se, língua no meu clitóris, molhado já. ‘Assim… mais fundo’. Gemidos ecoavam, o ar gelado contrastava com o suor salgado na pele dele.

Deitei-me na cama, ele nu, caralho duro, grosso. ‘Mete na minha cona’, pedi, voz rouca. Entrou devagar, preenchendo-me, estocadas fortes. ‘Fode-me mais rápido!’. Agarrava as minhas tetas, mordia os mamilos. Virei de quatro, rabo ao alto. ‘No cu? Quero experimentar’. Lubrificou com saliva, dedo primeiro, depois a cabeça. Doeu um pouco, mas o prazer veio forte. ‘Vai, enche o meu cu!’. Bombava sem piedade, eu gritava, corpo tremendo. O plug que ele tinha na mala? Nem precisámos, mas ele meteu depois, enquanto me comia a cona outra vez.

A Foda Selvagem na Quarto

‘Goza na minha boca’, supliquei. Ele puxou-me os cabelos, fodi-lhe a boca como uma puta. Explodiu, esperma quente, salgado, engoli tudo, lambendo o caralho limpo. Gozei duas vezes, uma na cona, outra no cu, pernas moles, corpo colado ao dele, suor moído na noite úmida.

De manhã, beijo rápido, ‘Adeus, estranha inesquecível’. Voltei ao aeroporto, avião atrasado ainda. Sentei-me, cona dolorida mas latejante de prazer. Ninguém sabe, anonimato total. Lembro o gosto dele na boca, o cheiro de sexo nos lençóis. Sorrio sozinha. Próxima viagem? Quero outra escale assim.

Leave a Comment