Minha Escala Ardente em Paris: Um Estrangeiro que Me Fez Gozar como Nunca

Estava a voar de Lisboa para um congresso em Londres, mas uma tempestade fodeu tudo. Escala forçada em Paris, Charles de Gaulle, meia-noite. Cheguei ao hotel do aeroporto, ar condicionado gelado a bater na cara, o cheiro a café queimado e suor de gente stressada. O lobby lotado, eu com a saia amarrotada, o cabelo despenteado, mas puta que pariu, sentia-me livre. Ninguém me conhece aqui, só uma portuguesa de passagem.

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Sentei-me no bar, pedi um gin tónico, o gelo a tilintar. Ele apareceu do nada. Alto, moreno, uns 40 anos, fato desabotoado, gravata solta. Olhos castanhos, profundos, como se me despissem ali mesmo. ‘Boa noite, francesa?’, perguntei com sotaque. Riu-se, voz grave, ‘Não, italiano, de Milão. E tu?’. ‘Portuguesa perdida’, disse eu, mordendo o lábio. Sentou-se ao lado, o joelho roçou no meu. Falámos de viagens, de noites solitárias. O perfume dele, almíscar e algo animal, invadiu-me. Senti a cona a humedecer devagar. ‘Quarto livre?’, sussurrou. Hesitei um segundo, ‘Sim… mas o meu’. Levantei-me, ele atrás, mão na minha cintura. Elevador, silêncio pesado, respiração acelerada. Portas fecharam, beijou-me ali, língua quente, mãos a apertar a bunda.

A Escala Imprevista e o Encontro no Lobby

No quarto, luz fraca, ar condicionado a zumbir, cortinas a tapar as luzes dos aviões. Despi-me devagar, saia no chão, soutien a cair. Ele nu, caralho duro, grosso, veias salientes, cabeça vermelha. ‘Quero-te agora’, grunhiu. Empurrou-me para a cama, lençóis frescos de hotel, cheiro a detergente. Beijou o pescoço, mordidas leves, mãos nos peitos, mamilos duros como pedras. Desceu, língua na barriga, no umbigo. Abri as pernas, cona molhada, pelos aparados. ‘Estás ensopada’, disse, dedos a entrar, dois de uma vez, a foder devagar. Gemi alto, ‘Mais, fode-me com os dedos’. Chupou o clitóris, sugando forte, língua a rodar. Gozei rápido, corpo a tremer, sumo a escorrer.

A Foda Intensa na Quarto de Hotel e o Adeus

Virei-me de quatro, bunda empinada. Ele cuspiu na mão, untou o caralho. ‘Vou meter tudo’, avisou. Cabeça a forçar a entrada, cona a esticar, dor boa misturada com prazer. Entrou até ao fundo, bolas a bater na pele. Fodia forte, ritmo de piston, cama a ranger. ‘Gostas, puta?’, perguntou, puxando o cabelo. ‘Sim, fode mais, caralho!’, gritei. O suor pingava, salgado na boca, gosto dele na pele. Virou-me de frente, pernas nos ombros, metia fundo, olhando nos olhos. Senti outra onda, cona a apertar o pau dele. ‘Goza dentro’, pedi. Acelerou, grunhidos animais, encheu-me de porra quente, jorros grossos. Ficámos ofegantes, corpos colados, o zumbido dos motores ao longe.

De manhã, chuveiro rápido, água morna a lavar o cheiro dele. ‘Foi incrível’, disse, beijo leve. ‘Volta a Lisboa?’, riu. ‘Talvez’. Saí, mala na mão, avião a chamar. No táxi para o aeroporto, a cona ainda sensível, porra seca nas cuecas. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorri sozinha, o prazer latejando. Aquela urgência de passagem, tudo permitido. Ainda sinto o gosto do suor, o cheiro do almíscar. Quero mais escalas assim.

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