Estava em escala inesperada no aeroporto de Lisboa, voltando de um congresso em Madrid. Voô atrasado por causa de uma tempestade. Hum… já eram duas da manhã, e eu morta de cansaço, mas com aquela adrenalina de quem tá longe de casa. Ninguém me conhece aqui, só eu e a liberdade de ser quem quiser. Peguei um quarto no hotel do aeroporto, daqueles impessoais, com cheiro de limpeza química e ar-condicionado gelado demais.
No lobby, enquanto esperava o check-in, vi ele. Um tipo alto, estrangeiro, talvez francês, com barba por fazer e olhos famintos. Estava no bar, bebendo um whisky sozinho, olhando pro nada. Sorri pra ele, tipo… por que não? Ele retribuiu, veio falar. ‘Boa noite, perdida como eu?’, disse com sotaque sexy. Rimos. Conversa solta: viagens, solidão, o tédio das escalas. Senti o calor subindo. As coxas dele roçavam as minhas debaixo da mesa alta. O barulho dos aviões ao longe vibrava no peito. ‘Quarto 312’, sussurrei, entregando o cartão extra que pedi na recepção. Ele piscou, ‘Te encontro em 5 minutos’. Coração acelerado, umidade já entre as pernas. Liberdade total, ninguém pra julgar.
A Encontro Casual no Lobby e a Tensão Crescente
Subi, tirei o vestido justo, fiquei só de calcinha fio dental preta e sutiã rendado. Ajustei o cabelo no espelho embaçado pelo AC. Porta bateu. Ele entrou, mãos firmes na minha cintura. ‘Tu és linda, portuguesa safada’, murmurou, beijando meu pescoço. Gemi baixo. Joguei ele na cama, os lençóis ásperos de hotel roçando a pele. Desabotoei a camisa dele, lambi o peito suado, gosto salgado misturado com colônia. Ele agarrou meus seios, apertou os mamilos duros. ‘Quero te foder agora’, grunhiu. Arranquei a calça dele, o caralho já duro, grosso, latejando na minha mão. Chupei voraz, engolindo até a garganta, saliva escorrendo. Ele gemia, ‘Porra, que boca gulosa’. Me jogou de costas, rasgou a calcinha. Dedos na cona molhada, enfiando fundo, enquanto lambia o clitóris inchado. ‘Tão encharcada, vadia de escala’, disse rindo.
O Sexo Cru e Intenso na Quarto de Hotel
Não aguentei. ‘Me come, fode forte!’, implorei. Ele obedeceu, metendo tudo de uma vez, rasgando minha buceta. Pausa… ah, a dorzinha boa misturada com prazer. Ritmo brutal, cama rangendo, AC zumbindo, aviões rugindo fora. Trocar posição: eu por cima, cavalgando selvagem, coxas tremendo, suor pingando. Ele batia na bunda, ‘Mais rápido, puta anônima’. Virei de quatro, ele puxando cabelo, socando sem piedade. Senti o gozo vindo, cona apertando o pau dele. ‘Goza na minha cara!’, mandei. Ele saiu, jatos quentes no rosto, boca aberta lambendo tudo. Eu explodi em orgasmo, corpo convulsionando, gritando abafado no travesseiro. Depois, ele me comeu o cu, devagar no começo, lubrificado com cuspe e porra. Dor intensa, prazer proibido. Gozou dentro, quente, escorrendo pelas coxas. Ficamos ofegantes, corpos colados, cheiro de sexo no ar úmido da noite moite.
De manhã, café rápido no lobby, olhares cúmplices, sem nomes trocados. Ele pro voo das 7, eu pro das 9. No avião, sentada na janela, sol nascendo, ainda sinto o formigamento na pele, o gosto dele na boca, a umidade residual entre as pernas. Anonimato perfeito, ninguém sabe. Foi só uma escala, mas que fogo… Volto pra rotina, mas levo esse segredo safado. Da próxima, quem sabe outro estranho? A liberdade de viajar me deixa assim: aberta, molhada, pronta pro próximo caralho desconhecido.