A Noite Proibida com o Estrangeiro na Pousada da Tempestade

Estava a caminho das férias no Algarve, sol prometido, mas o outono traiu com céus pesados e chuva fina que não parava. Saí de Lisboa cedo, mas o trânsito e a água no para-brisas atrasaram tudo. Precisava de gasolina, parei no posto isolado na autoestrada, néons piscando na escuridão. Uma carrinha parada ao lado, avariada. A gerente, que me reconheceu de outras vezes, cumprimentou-me: “Boa noite, vai para o sul?” Respondi que sim, para escapar ao cinzento da cidade.

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Enquanto enchia o depósito, ele saiu da carrinha. Alto, mais velho que eu uns anos, jeans molhados colados nas pernas, polo justo no peito largo, blusão encharcado. Olhos castanhos, sorriso simpático. “Desculpa, podes levar-me? O carro morreu, mecânico só amanhã.” Hesitei. Nunca levo estranhos. Mas ele insistiu: “Pago a gasolina toda.” Olhei para a gerente, que assentiu: “Está aqui há meia hora, parece decente.” O risco? Baixo. Cartão de crédito dele, carro ali como prova. Aceitei. Ele pagou, meteu a mala no porta-bagagens, sentou-se ao meu lado. Cheirava a chuva e aftershave.

A Escala Imprevista e o Encontro no Posto

A chuva engrossou, trovões ribombando. Eu ia devagar, coração acelerado com o desconhecido tão perto. A liberdade de estar longe, ninguém me conhece aqui. Ele pegou no volante quando parei, apavorada com um raio. Corri para o lado dele, molhada. Arrancou firme, eu encolhi-me no banco, mão no braço dele. Passámos vilas sem parar, até uma pousada iluminada. “Vamos comer, o tempo não dá,” disse ele. Corremos para dentro, ar quente e cheiro a comida caseira. Pedimos o menu, comemos em silêncio, olhares cruzados. Notei a fosseta no queixo quando sorria, mãos grandes, relógio quadrado no pulso direito – canhoto. Ele pagou outra vez, perguntou por quarto. Só um, cama de 160. “Eu fico no chão,” garantiu. Mas insisti, subimos.

No quarto, AC gelado contrastando com a humidade lá fora. Tomei banho rápida, saí de camisola fina. Ele esperou no corredor, entrou de pijama. “Vem para a cama, há espaço.” Ele hesitou, mas deitou-se ao lado. Chuva parou um pouco, mas vento batia nas persianas, sombras dançando. Trovão forte, luzes apagaram. Agarrei-me a ele, terror misturado com desejo. Corpo dele quente, duro contra mim. “Calma,” murmurou, braços à volta da minha cintura. Senti o pau dele endurecer na minha barriga. Beijei-o devagar, lábios macios. Ele respondeu faminto, língua invadindo, mãos nas minhas tetas, apertando mamilos duros.

A Foda Selvagem na Quarto Escuro

Tirei-lhe o pijama, pau grosso latejando, veias salientes, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Chupei devagar, gosto salgado na boca, ele gemeu: “Porra, que boquinha gulosa.” Molhei a cona toda, dedos dele escorregando no clitóris inchado, depois metendo dois, fodendo-me devagar. “Estás encharcada, safada.” Subi em cima, guiando o caralho para a entrada apertada. Desci lenta, gemendo com a pressão, preenchendo-me toda. “Fode-me forte,” pedi. Ele agarrou as ancas, batendo de baixo, bolas chapinhando na minha pele suada. Cheiro de sexo no ar, lençóis de hotel ásperos roçando as costas. Sucou o dedo, meteu no cu devagar, eu contraí, prazer explodindo. “Vem, caralho!” Gozei tremendo, cona apertando o pau dele, unhas nas costas. Ele virou-me de quatro, fodeu selvagem, tapa na bunda, puxando cabelo. “Vou gozar dentro!” Encheu-me de porra quente, escorrendo pelas coxas.

Acordei com o sol filtrando, ele fora. Chave na mesa, bilhete: “Obrigado pela boleia. Tudo pago. Dorme bem.” Sem nome. Sorri, corpo dolorido de prazer, cona ainda sensível. Tomei banho, provei o sal do suor dele na pele. Desci, gerente piscou: “Boa noite?” Ri. Arrancuei, sol agora brilhando, memória da foda urgente pulsando. Ninguém sabe, anonimato perfeito, liberdade de viagem. Ainda sinto o cheiro dele, o gosto, o caralho fundo. Volto à estrada, molhada só de lembrar.

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