Estava de regresso de um congresso em Madrid, escala imprevista no aeroporto de Faro por causa de uma tempestade. Calor moite, suor a colar a blusa nos peitos, ar condicionado do hotel a zumbir como um amante impaciente. Check-in rápido no lobby, e dou de caras com a Maria, uma amiga de Lisboa que mora ali perto por uns meses. ‘Vem à minha suíte, os operários estão a acabar as obras, mas trazem cerveja gelada’, diz ela com um piscar de olho maroto. Subimos, o elevador cheira a maresia e perfume barato.
A porta entreaberta, gémidos abafados, vozes grossas de homens. Espio: Maria nua, só de meias pretas, de quatro no chão, um caralho grosso a entrar e sair da cona dela, outro no cu, apertado e vermelho. O terceiro, de pé, fode-lhe a boca, bolas peludas a bater no queixo. ‘Fode-me mais forte, seus cabrões! Enche-me os buracos!’, grita ela, babando por todo o lado. O cheiro de sexo cru, suor salgado, cona molhada. Eu fico parada, a buceta a pulsar, mão já dentro das cuecas, dedos a roçar o clitóris inchado.
A Surpresa na Suíte da Amiga
Eles vêem-me. ‘Olha esta puta chique!’, ri um. Maria ri: ‘Entra, Sofia, junta-te à festa!’. Hesito um segundo, mas a urgência da escala, ninguém me conhece aqui, tiro a saia, a blusa voa. Fico de guêpière e ligas, como ela. Deito-me ao lado, eles masturbar-se sobre nós, caralhos venosos, cabeças roxas a pingar pré-gozo. Mão dela na minha cona, dedos a foder devagar. ‘Vem, safada, deixa-os gozar em ti’. Jatos quentes no ventre, nos peitos, no rosto. Salgado, viscoso, engulo o que cai na boca.
Recuperam rápido. Um enfiou-me o caralho na boca, grosso, veias a pulsar na língua. Outro lambe o cu antes de meter, devagar, esticando-me. O terceiro na cona, batendo forte. ‘Que puta nobre, adoras caralho de operário, hem?’. Gemo, ‘Sim, fode-me os três buracos, seus porcos!’. Alternam, suor a pingar, pele colada, o ar da suíte pesado de cheiro a foda. Gozo tremendo, cona a contrair, cu a morder o caralho. Eles explodem: um na boca, engulo tudo; outro no cu, quente a escorrer; o último na cona, misturado ao meu mel. Maria lambe-me o corpo, língua gulosa no esperma.
A Punição na Sacristia e o Adeus Torride
Depois, chá na cozinha, ainda nuas, meias sujas de porra seca. ‘Volta sempre, safada’, diz ela. Mas sinto culpa, vou à igrejinha do bairro confessar antes do voo. Confessionário escuro, cheiro a incenso e madeira velha. ‘Padre, pequei tanto… fiz orgia com três homens e uma amiga’. Voz rouca: ‘Conta tudo, filha’. Detalho, ouço tecido a roçar, ele a masturbar-se. ‘Pena na sacristia’. Sigo-o, porta fecha. ‘Levanta a saia, tira as cuecas’. Sento na mesa de carvalho, pernas abertas, cona ainda sensível e molhada.
Ele ergue a batina, caralho enorme, ‘O santo aspergilhador’. Enfia de rompante, fode-me como um animal, posições variadas: de pé, de quatro, eu por cima. ‘Toma pela luxúria, puta!’. Gozo de novo, gritando. Porta range, freira entra: Irmã Ana, olhos vidrados. ‘Bendiz também por dentro, padre?’. Ele manda-a chupar as bolas dele enquanto me fode. Depois, saca o caralho molhado da minha cona, mete na boca dela. Goza na cara da freira, jatos grossos. Eu masturbo-me vendo. ‘Lambe a cona dela’. Língua dela na minha boceta, suave e gulosa, faço-a gozar comigo.
Volto ao aeroporto, pernas bambas, gosto de sal e porra na pele, ruído dos motores ao fundo. Ninguém sabe, anonymato perfeito. O avião descola, buceta ainda a latejar, memórias quentes. Volto para casa, mas Faro fica no meu cu e na alma. (628 palavras)