Escala Imprevista: Meu Encontro Selvagem com um Estranho na Cabana

Estava em escala imprevista em Paris, voo cancelado por causa de uma tempestade. Cheguei ao hotelzinho perto da floresta, suada da viagem, o ar úmido da noite colando na pele. No lobby, vi ele: alto, moreno, olhos famintos. Chamava-se Jérôme, francês de sotaque grosso. Sentou do meu lado no bar, pediu um copo de vinho. ‘Portuguesa? Adoro o fogo de vocês’, disse, roçando o joelho no meu. Senti um arrepio. Longe de casa, ninguém me conhece. A liberdade me invadiu, buceta já úmida só de imaginar.

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Conversei sobre viagens loucas, ele mencionou uma cabana velha nos bosques que achou na infância. ‘Quer ver? É pertinho, e o ar fresco acalma.’ Meu coração acelerou. Bebemos mais, mãos se tocando ‘por acidente’. A tensão subia, olhares devorando. ‘Vem, Inês, ninguém vai saber’, sussurrou no meu ouvido, hálito quente de vinho. Levantei, pernas moles, seguindo-o para fora. A noite moite, folhas rangendo, cheiro de terra molhada. Chegamos à cabana escura, porta rangendo. Dentro, velas improvisadas, ar parado, frio da umidade.

A Tensão no Lobby e a Caminho da Cabana

Ele me puxou contra a parede de madeira áspera. ‘Quero te foder agora’, grunhiu, mãos rasgando minha blusa. Seios livres, mamilos duros com o ar gelado. Chupei sua boca, língua brigando, gosto salgado de suor. Ele baixou minhas calças, dedos invadindo minha xoxota molhada. ‘Caralho, que quentinha e apertada.’ Gemi alto, unhas cravando suas costas. Caímos nos colchões velhos, lençóis ásperos roçando a pele. Ele lambeu minha buceta, língua grossa chupando o clitóris, sucos escorrendo. ‘Delícia, sua puta portuguesa.’ Montei nele, pica dura grossa entrando fundo, esticando tudo. Cavalguei forte, peitos balançando, gemendo ‘Fode mais, Jérôme!’. Ele virou, metendo por trás, tapa na bunda ecoando. ‘Toma, vadia de passagem.’ Senti o gozo vindo, corpo tremendo.

O Prazer Intenso e Sem Limites

Não parou. Virou-me, enfiou a mão na minha xoxota, devagar, punho inteiro. ‘Relaxa, ama isso.’ Dor e prazer misturados, ar condicionado imaginário no calor, suor pingando. Gritei, esguichando no braço dele. Ele lambeu os dedos sujos, ‘Teu mel é doce.’ Chupei sua rola babada, garganta funda, bolas na boca, até ele quase gozar. ‘Engole tudo.’ Deitei de costas, pernas abertas, ele fisting de novo enquanto fodia minha boca. O cheiro de sexo pesado, barulho de sucção, motores de aviões ao longe lembrando o voo amanhã. Gozei de novo, corpo convulsionando, unhas rasgando lençóis.

Ele explodiu na minha cara, porra quente escorrendo, lambi tudo. Ofegantes, suados, colados. ‘Foi insano, Inês. Volta quando quiser.’ Sorri, anônimos perfeitos. De manhã, beijo rápido no lobby, peguei o táxi pro aeroporto. Na fila do embarque, buceta dolorida, gosto dele na boca ainda, pele marcada. Ninguém sabe, mas revivo cada estocada, cada gemido. Liberdade de viagem, prazer que queima. Próxima escala, quem sabe?

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