A Minha Noite Quente com um Estranho em Madagascar

Tenho 38 anos, sou portuguesa, trabalho em turismo. Adoro viajar sozinha, longe de tudo, onde posso ser livre. Desta vez, fui a Madagascar, umas férias no sol perto de Tuléar. Cheguei de avião, exausta, mas excitada com o desconhecido. O hotel era daqueles bungalows na praia, ar condicionado a zumbir, cheiro de sal e peixe fresco no ar.

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Estava no lobby, suada da viagem, com um vestido leve, sem nada por baixo. Sentia a cona úmida do calor moite. Ele apareceu: um vezo jovem, uns 25 anos, torso musculado, sorriso tímido. Trabalhava no hotel, arrumava as pirogues. ‘Boa noite, precisa de ajuda?’, disse em francês com sotaque doce. Sorri, ‘Só um copo de rum, por favor’. Sentámo-nos, pernas roçando. Olhos nos meus, mão na minha coxa. Senti o coração bater forte. Ninguém nos conhece aqui. Amanhã eu parto.

O Encontro Casual e a Tensão no Hotel

Falámos pouco. Ele cheirava a mar e suor. Toquei-lhe no braço, pele quente, salgada. ‘Vens ao meu bungalow?’, sussurrei. Ele acenou, olhos famintos. Subimos as escadas, o som dos motores das pirogues ao longe. Na porta, beijámo-nos já, línguas urgentes, mãos por todo o lado. Abri a porta, o ar frio da clim bateu na pele arrepiada.

Ele fechou a porta. Tirei o vestido, nua à frente dele. ‘Que bela cona’, murmurou, ajoelhando-se. Lambeu-me devagar, língua na entrada, chupando o clitóris inchado. Gemi alto, ‘Assim, caralho, não pares’. Segurei-lhe a cabeça, ancas a mexer. O gosto salgado do meu suor misturado com a humidade dele. Deitei-me nos lençóis ásperos do hotel, ele despiu-se. O caralho dele era grosso, veias pulsantes, cabeça vermelha. ‘Fode-me já’, pedi, abrindo as pernas.

O Sexo Intenso e o Adeus Apressado

Entrou devagar, esticando-me toda. ‘Que apertada, porra’, grunhiu. Começou lento, depois forte, bolas a bater no meu cu. Eu cravava as unhas nas costas dele, suor pingando. ‘Mais fundo, fode esta cona branca’. Virou-me de quatro, agarrou os cabelos, meteu com força. Sentia o caralho pulsar, o cheiro de sexo no quarto, a clim gelada nos mamilos duros. Gritei quando gozei, cona a contrair, esguichando no lençol. Ele acelerou, ‘Vou gozar’, e encheu-me de porra quente, jorros dentro, escorrendo pelas coxas.

Ficámos ofegantes, corpos colados. Ele beijou-me o pescoço, ‘Obrigado’. Saíu calado, deixando-me com a cona a latejar, porra a pingar. De manhã, pirogue para o aeroporto. Olhei a praia, o sol nascente. Ninguém sabe, anonimato total. Ainda sinto o gosto dele, o calor moite, o prazer cru. Volto a Lisboa mais viva, pronta para a próxima aventura.

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