Estava em Paris por causa de um congresso chato de negócios. Voo de Lisboa, escala cansativa no Charles de Gaulle. Cheguei ao hotel em Boulogne ao fim da tarde, suada da viagem, o ar condicionado gelado da sala batendo na pele. Joguei a mala no quarto, vesti um vestido leve, solto, sem sutiã, só uma tanga fina. Desci ao lobby, precisava de um copo de vinho para relaxar. Lá estava ele, um tipo alto, barba por fazer, olhos famintos, sentado no bar. Estrangeiro, talvez francês ou inglês, não sei. Sorri, ele piscou. ‘Boa noite’, disse eu em francês meia-boca. Ele respondeu com sotaque, convidou-me para uma pizza ali perto.
Conversámos enquanto comíamos. Chamava-se Jérôme, polícia ou algo assim, mas pouco importava. Falou de casos loucos, eu ri, toquei no braço dele. A química era elétrica, o ar quente e húmido da rua entrava pela porta aberta. ‘Vamos passear pelo Sena?’, propôs. Aceitei, coração acelerado. Caminhámos até à margem, o rio cheirava a podre e sal, luzes da cidade piscando. Ninguém nos conhecia, era só uma noite, urgência do meu voo amanhã de manhã. Ele parou, puxou-me para si, beijou-me com força, língua invadindo, mãos nos meus seios. ‘Quero-te agora’, murmurou. Hesitei um segundo, mas a excitação venceu. Desci à margem de cascalho, pés na água fria e suja.
O Encontro Fortuito no Lobby e a Tensão que Cresce
Ele escalou o monte de gravilha, eu atrás, rindo como louca. Caímos do outro lado, na areia húmida. Levantei o vestido, sem cueca, cona exposta, já molhada de desejo. Ele ajoelhou-se, cheirou-me, lambeu devagar. ‘Que delícia, tão salgada’, disse, língua no clitóris, chupando forte. Gemi alto, mãos no cabelo dele, empurrando a cara contra mim. O barulho dos motores ao longe, carros passando na ponte, mas ninguém via. Gozei tremendo, gritos abafados pelo vento, sumo escorrendo pela coxa. Ele levantou-se, caralho duro saindo das calças, grosso, veias pulsando. ‘Fode-me’, pedi, de quatro na areia. Entrou de rompante, sem preservativo, sentindo cada centímetro esticando-me. Batia forte, bolas batendo no cu, suor misturado ao cheiro do rio.
O Sexo Cru e Urgente, Sem Limites no Calor da Noite
‘Mais rápido, caralho!’, gritei. Ele agarrou os meus cabelos, fodia como animal, cona apertando-o. Virei-me, montei-o, cavalitando selvagem, mamas balançando. Sentia-o pulsar dentro, quente, o risco de gravidez só aumentava a loucura. Gozou gemendo, jatos quentes enchendo-me, eu vim de novo, corpo convulsionando. Ficámos ali, ofegantes, pele pegajosa de suor e porra. Depois, voltámos ao hotel, quarto com AC zumbindo, lençóis frios contrastando com o calor dos corpos. Fizemos amor devagar, ele chupou os meus mamilos, eu chupei o caralho dele até endurecer outra vez. ‘Quero tudo contigo’, disse eu, abrindo as pernas. Fodemo-nos de lado, lento, sussurros sujos. ‘Amanhã parto, mas esta noite é nossa.’ Ele lambeu o cu, dedo dentro, prometendo mais, mas o cansaço veio.
De manhã, no táxi para o aeroporto, o corpo ainda doía gostosamente. Cona inchada, porra seca nas coxas, cheiro dele na pele. Ninguém saberá, anonimato perfeito. Sorri sozinha, mão na mala, recordando o gosto salgado, os gemidos, a liberdade de ser puta por uma noite. Volto a Lisboa, mas levo esta memória quente, pronta para a próxima aventura.