Estava em viagem de negócios, voo de Lisboa para Berlim com escala em Paris. Chuva forte, voo atrasado. Acabei no hotel perto do aeroporto, lobby cheio de gente cansada. Sentei no bar, pedi um whisky. Ele apareceu: alto, robusto, barba grossa e cacheada, olhos vivos. Chamava-se Henri, francês charmoso, importador. Cumprimentou-me com aperto forte, sorriso sincero. ‘Portuguesa? Que sorte a minha.’ Rimos, conversámos. Ele viajava com a mulher, Fanou, que veio logo, peituda, rabona imensa, uns 50 anos, perfume exótico, corpo suculento.
A clim do lobby era gelada, contrastava com o calor húmido da minha pele suada do dia. Brindámos, línguas soltas pelo álcool. Falei da liberdade de viagens, ninguém me conhece aqui. Ele elogiou minhas curvas – ‘Gostas de mulheres assim, generosas?’ – e Fanou piscou, mão na minha coxa. Tensão subiu. Senti a cona humedecer, o cheiro de desejo no ar. Sons de motores ao longe, aviões descolando, urgência do meu voo de manhã. ‘Vem ao nosso quarto, só um copo,’ disse ele. Hesitei… fui.
A Rencontre no Lobby e a Tensão que Cresce
Quarto abafado, ar condicionado zumbindo, lençóis brancos ásperos. Fechámos a porta, beijos imediatos. Henri devorou minha boca, Fanou tirou minha blusa, mamas saltando. ‘Que tetas lindas,’ gemeu ela, chupando meus mamilos duros. Eu agarrei o cu dela, enorme, macio, apertando forte. Ele baixou minhas calças, dedo na cona molhada. ‘Estás ensopada, puta.’ Fodi a boca dela com a língua enquanto Henri me enfiava dois dedos, pistoneando. Grito abafado, pernas tremendo.
Deitei Fanou na cama, abri as coxas grossas, cona peluda com piercings nas beiços – loucura! Lambi voraz, gosto salgado de suor e mel, ela gemia ‘Lambe mais, caralho!’. Henri meteu-me o caralho na boca, grosso, veias pulsando, barba roçando meu rosto. Engoli até à garganta, baba escorrendo. Troquei: chupei o cu de Fanou, língua no buraco apertado, enquanto ele me fodia por trás, pausadas fortes, bolas batendo. ‘Fode-me o cu também,’ pedi, lubrificante gelado, ele entrou devagar, dor prazerosa, esticando-me toda. Fanou sentou na minha cara, cona esfregando, sucos pingando na minha boca.
O Sexo Selvagem na Quarto e a Urgência do Adeus
Mudámos: eu a cavalo no caralho de Henri, subindo e descendo, mamas balançando, ele apertando. Fanou enfiou um vibrador no meu cu, dupla penetração, gritava ‘Vou gozar!’. Ela chupava minhas tetas, mordendo. Henri virou-me, fodeu Fanou ao lado, eu lambia as bolas dele. Gozei primeiro, corpo convulsionando, cona apertando. Ele encheu o cu dela de porra, eu lambi tudo, misturando com minha saliva. Depois, ele no meu cu de novo, Fanou na cona com strap-on, orgasmo múltiplo, suores misturados, cheiro de sexo no ar.
Horas depois, exaustos, corpos colados nos lençóis úmidos. ‘Foi incrível, volta sempre,’ disse Henri, beijo final. Vesti-me às pressas, voo às 6h. No táxi para o aeroporto, corpo dolorido, cona inchada, cu latejando, sorriso no rosto. Ninguém sabe, anonimato puro. No avião, decolando, sinto o prazer ainda, dedos cheirando a eles. Liberdade de passagem, urgência deliciosa. Quero mais.