Estava de regresso de férias no sol, em Espanha, mas um voo atrasado deixou-me presa numa escala em Madrid. Aeroporto lotado, noite quente e húmida. Check-in no hotel ali ao lado, daqueles impessoais, com ar condicionado gelado a contrastar com o calor moite lá fora. Ouvia os motores dos aviões ao longe, um ronco constante que vibrava no peito.
No lobby, sentada no bar com um gin tónico, reparei neles. Um casal, ele alto, uns 40 anos, cabelo curto castanho, ar de executivo com camisa aberta; ela loira, curvilínea, vestido justo que marcava as curvas. Estrangeiros, talvez franceses. Sorri para mim, e ele retribuiu. ‘Boa noite’, disse eu em espanhol misturado, coração a acelerar com o desconhecido. Ninguém nos conhece aqui. Liberdade total.
O Encontro Casual no Lobby e a Tensão Crescente
Conversámos. Ele, Carlos – nome falso, claro –, pesquisador; ela, Laura, comercial. Duas filhas em casa, mas aqui, longe, curiosos por aventuras. ‘Estás sozinha?’, perguntou ela, mão no meu braço, unhas vermelhas. Senti o calor da pele dela, perfume doce misturado com o cheiro a álcool. Eu, portuguesa de 35 anos, corpo atlético de praia, adoro isto: seduzir estranhos em trânsito. ‘Sim, e aborrecida. Querem companhia?’ A tensão subiu. Olhares famintos, toques casuais. Ele pagou mais uma ronda. ‘Vamos ao nosso quarto? É mais privado’, sussurrou ela. Hesitei um segundo – o sangue ferveu. ‘Vamos.’
Subimos. Quarto standard, lençóis brancos ásperos, AC a zumbir, vista para pistas iluminadas. Porta fechada, o mundo lá fora esqueceu-se. Laura puxou-me para si, beijo húmido, língua quente com sabor a vinho. ‘Despi-me’, murmurou. Mãos trémulas nos botões do vestido, pele salgada de suor, sutiã vermelho a cair, mamas firmes com mamilos duros. Ele via, calças apertadas pela ereção. ‘Lindo’, disse eu, voz rouca. Tirei a roupa devagar, sentindo o ar frio nos peitos nus.
Deitei-a na cama, beijei o pescoço, desci à cona depilada em triângulo. Molhada já, cheiro almiscarado. Lambi devagar, língua na fenda, clítoris inchado. Ela gemia, ‘Sim, mais…’. Ele despiu-se, picha grossa, bolas rapadas. Masturbava-se, olhos fixos. ‘Chupa-me’, pediu ela. Virei-me, 69, cona dela na minha boca enquanto ela engolia a dele. Viu as bolas dele balançarem perto do meu rosto, o cu rosado a contrair-se a cada estocada na boca dela.
O Sexo Selvagem na Quarto, Sem Limites
Troca. Ele fodeu-a por trás, eu lambi os dois – cona escorrendo, picha brilhante. ‘Preservativo?’, perguntei. Ele enfiou, deitou-a de lado, meteu devagar na coninha aberta. Eu chupei os mamilos dela, depois os dele. ‘Quero-te na boca’, disse ele, voz baixa. Ela riu, ‘Vai, experimenta’. Sem hesitar, chupei a picha dele, dura e salgada, bolas na mão. Ela via, excitada. ‘Fode-me agora’, implorei. Ele puxou-me, cona minha pingando, entrou de rompante. ‘Caralho, que apertadinha’, grunhiu. Fodi-lo com ancas, pernas nos rins dele, suor a pingar, lençóis colados.
Mudámos. Eu de quatro, ele na cona, ela na minha cara. Lambi-a enquanto ele me comia, pausadas fortes, bolas a bater. ‘Vou gozar’, avisou ele. Puxou fora, jorrou esperma quente no meu rabo e costas. Eu virei, chupei-a até tremer, squirt leve, gosto novo e salgado. ‘O teu turno’, disse ela, masturbando-me com dedos dentro, língua no clítoris. Gozei forte, corpo a convulsionar, ‘Porra, sim!’.
Duche rápida, risos. Apito do aeroporto. ‘Foi incrível’, disse ele, beijo. Parti de manhã, avião a descolar, corpo ainda dormente de prazer. Anónimos para sempre, mas a memória queima: sal da pele, gemidos, urgência do adeus. Liberdade de passagem.