A Minha Escale Íntima em Paris: Seduzi um Desconhecido no Hotel

Estava em escala imprevista no aeroporto de Paris, voltando de um concerto em Londres. Chuva miúda, cansaço nos ossos, mas o corpo a pedir aventura. Entrei no hotel ali perto, um daqueles lobbies frios com ar condicionado a gelar a pele. Sentei-me no bar, pedi um gin tónico. Ele estava ali, um tipo franzino, óculos redondos, ar tímido, uns 25 anos. Olhos castanhos, camisa amarrotada. Sorri-lhe. ‘Boa noite’, disse eu em francês com sotaque português. Ele corou. ‘Boa noite, mademoiselle.’

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Começámos a falar. Chamava-se Aurélio, informático, sozinho na cidade. Eu, cantoras anónima nessa noite, peruca loira, maquilhagem apagada. A tensão subiu devagar. As mãos dele tremiam no copo. Toquei-lhe no braço, senti o calor da pele. ‘Queres subir?’, sussurrei. Ele hesitou, engoliu em seco. ‘Eu… sim.’ O elevador cheirava a perfume barato e desejo. No corredor, o ronco distante dos aviões. Abri a porta da minha quarto, a cama com lençóis brancos, húmidos do ar condicionado.

A Escale e o Encontro no Lobby

Ele entrou, olhos nervosos. Beijámo-nos contra a porta. Boca dele inexperiente, língua tímida. Eu guiei, mordi o lábio inferior. ‘Desculpa’, murmurou ele. ‘Não peças desculpa, fode-me.’ Tirei-lhe a camisa, pele salgada de suor nervoso. Ele desabotoou o meu vestido, mãos trémulas nos meus seios. Gemeram juntos. A urgência do voo amanhã: ninguém nos conhece, só esta noite.

Deitei-me na cama, pernas abertas. Ele ajoelhou-se, cara entre as minhas coxas. ‘Vai, lambe-me a cona.’ A língua dele malandreja, inábil mas ansiosa. Senti o gosto salgado da minha excitação na boca dele. ‘Assim, mais fundo.’ Ele obedeceu, dedos a entrarem, molhados. Eu gemi alto, o ar frio nos mamilos duros. Virei-o, tirei-lhe as calças. O caralho dele, médio, duro como pedra, veias pulsantes. Chupei devagar, língua no glande, bolas na mão. Ele arfou: ‘Meu Deus, desculpa…’

O Sexo Selvagem na Quarto de Hotel

Montei-o. Desci devagar na pila dele, quente, a preencher-me. ‘Fode-me forte!’ Ele agarrou as minhas nádegas, empurrões ritmados. O som molhado da cona a engolir o caralho, suor a pingar, cheiro a sexo na quarto. Virei de quatro, ele atrás, a bater com força. ‘Mais, caralho!’ Unhas nas costas dele. Virou-me, pernas nos ombros, penetrava fundo. Gozei primeiro, cona a contrair, grito abafado no travesseiro. Ele veio logo, jatos quentes dentro do preservativo, corpo a tremer.

Ficámos ali, ofegantes, pele colada. Ele beijou-me os seios, suave. ‘Obrigado.’ Ri-me. Dormimos pouco, mais uma foda rápida de manhã, de lado, lenta, com o sol a entrar pela cortina.

No avião agora, corpo ainda dói de prazer. Lembro o gosto dele na boca, o ronco dos motores como eco dos gemidos. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorrio sozinha. Volto a Lisboa com esta memória quente, pronta para a próxima escala.

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